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Lorax: em busca da Trúfula perdida PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Seg, 12 de Março de 2012 12:18

Em 30/03 estreia, nos cinemas de todo o Brasil, a animação 3D “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida”. Produzido pela Universal Pictures, o filme retrata as aventuras da criatura laranja, que dá nome ao longa e é responsável pela proteção da floresta mágica em que vive e está sendo desmatada por um empresário. Para ajudá-lo nessa missão, Lorax contará com a ajuda de Ted, um jovem determinado a encontrar uma árvore de verdade para mostrar à garota dos seus sonhos

Na cidade de Thneedville, a população tem acesso a tudo o que precisa - educação, saúde, moradia... - e a qualidade de vida seria invejável, não fosse por um detalhe: não existe natureza no local. Quem se dá conta disso é Audrey, uma doce jovem que vive na cidade e tem um sonho: ver uma árvore de verdade. Apaixonado pela menina, Ted resolve deixar a cidade disposto a descobrir o que aconteceu com a natureza da região e a encontrar uma árvore real para Audrey.

Assim começa a história da animação 3D O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida*, da Universal Pictures, que estreia nos cinemas de todo o Brasil em 30/03. Baseado em um conto infantil, homônimo, do famoso escritor americano Dr. Seuss - autor de clássicos como Gatola de Cartola e Grinch -, o filme retrata a luta de Lorax - uma criatura laranja, de personalidade bem forte - para proteger a floresta mágica em que vive, o Vale das Trúfulas, que está sendo desmatada por um empresário do setor têxtil, chamado Once-Ler.

Interessado em ganhar dinheiro, Once-Ler destrói toda a floresta de Trúfulas - uma espécie de árvore bem colorida e exótica -, apesar de todos os protestos e avisos de Lorax, guardião do Vale, para que ele não desmatasse o local, pois iria se arrepender no futuro. A devastação na floresta é tamanha que, com o tempo, todos os animais que vivem no lugar precisam deixar o Vale para tentar sobreviver. Antes de partir, no entanto, Lorax deixa a última semente de Trúfula que existe no mundo nas mãos de Once-Ler, certo de que, no futuro, ele irá se arrepender de destruir a natureza por dinheiro e tentará reverter a situação que provocou.

Será? Ao descobrir toda essa história, por meio de sua avó, Grammy Norma, Ted vai atrás de Once-Ler para conseguir a última semente de Trúfula, mostrar uma árvore de verdade para Audrey e ajudar a reconstruir a floresta mágica, da qual Lorax é guardião. Será que o garoto vai conseguir? Para descobrir, não perca O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida, nos cinemas a partir de 30/03.

Por enquanto, você pode "matar" um pouco da sua curiosidade assistindo, abaixo, ao trailer do filme da Universal Pictures, que também criou a animação de sucesso Meu Malvado Favorito.

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Lorax: em busca da Trúfula perdida PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Seg, 12 de Março de 2012 12:17

Em 30/03 estreia, nos cinemas de todo o Brasil, a animação 3D “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida”. Produzido pela Universal Pictures, o filme retrata as aventuras da criatura laranja, que dá nome ao longa e é responsável pela proteção da floresta mágica em que vive e está sendo desmatada por um empresário. Para ajudá-lo nessa missão, Lorax contará com a ajuda de Ted, um jovem determinado a encontrar uma árvore de verdade para mostrar à garota dos seus sonhos

Na cidade de Thneedville, a população tem acesso a tudo o que precisa - educação, saúde, moradia... - e a qualidade de vida seria invejável, não fosse por um detalhe: não existe natureza no local. Quem se dá conta disso é Audrey, uma doce jovem que vive na cidade e tem um sonho: ver uma árvore de verdade. Apaixonado pela menina, Ted resolve deixar a cidade disposto a descobrir o que aconteceu com a natureza da região e a encontrar uma árvore real para Audrey.

Assim começa a história da animação 3D O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida*, da Universal Pictures, que estreia nos cinemas de todo o Brasil em 30/03. Baseado em um conto infantil, homônimo, do famoso escritor americano Dr. Seuss - autor de clássicos como Gatola de Cartola e Grinch -, o filme retrata a luta de Lorax - uma criatura laranja, de personalidade bem forte - para proteger a floresta mágica em que vive, o Vale das Trúfulas, que está sendo desmatada por um empresário do setor têxtil, chamado Once-Ler.

Interessado em ganhar dinheiro, Once-Ler destrói toda a floresta de Trúfulas - uma espécie de árvore bem colorida e exótica -, apesar de todos os protestos e avisos de Lorax, guardião do Vale, para que ele não desmatasse o local, pois iria se arrepender no futuro. A devastação na floresta é tamanha que, com o tempo, todos os animais que vivem no lugar precisam deixar o Vale para tentar sobreviver. Antes de partir, no entanto, Lorax deixa a última semente de Trúfula que existe no mundo nas mãos de Once-Ler, certo de que, no futuro, ele irá se arrepender de destruir a natureza por dinheiro e tentará reverter a situação que provocou.

Será? Ao descobrir toda essa história, por meio de sua avó, Grammy Norma, Ted vai atrás de Once-Ler para conseguir a última semente de Trúfula, mostrar uma árvore de verdade para Audrey e ajudar a reconstruir a floresta mágica, da qual Lorax é guardião. Será que o garoto vai conseguir? Para descobrir, não perca O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida, nos cinemas a partir de 30/03.

Por enquanto, você pode "matar" um pouco da sua curiosidade assistindo, abaixo, ao trailer do filme da Universal Pictures, que também criou a animação de sucesso Meu Malvado Favorito.

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Moda ecológica estimula consumo consciente PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Qui, 08 de Março de 2012 14:42

 Evolução Eco

Numa época em que o desenvolvimento sustentável e a preservação do meio ambiente são preocupações recorrentes, é necessário colaborar na propagação da ideologia do “ecologicamente correto”. A indústria têxtil – um setor significativo da economia brasileira – aderiu à “onda verde” e, atualmente, a moda ecológica é responsável por movimentar entre R$ 270 e R$ 362 milhões por ano.

Conhecida também por ecomoda, esta tendência consiste em utilizar o que seria jogado fora para confeccionar roupas, sapatos e acessórios. As matérias-primas são as mais diversas: restos de madeira, garrafas PET, fibras de bambu, sementes, algodão orgânico, modal e lyocell (materiais provenientes da polpa da madeira de árvores reflorestadas) e, ainda, sobras de tecidos das fábricas. Vale tudo para aproveitar os materiais: a única restrição é com a madeira, que só pode ser usada se for certificada, ou seja, se contribuir para o desenvolvimento social e econômico das comunidades florestais das quais é retirada.

O problema é que, na imaginação de quem nunca viu os produtos da moda ecológica, fica difícil crer que uma camiseta feita de garrafa PET, por exemplo, possa realmente ficar bonita e fazer sucesso. No entanto, de acordo com Aline Schiengold, responsável pela criação da Bhuda Khe Rhi, marca especializada em roupas de ecomoda, a aceitação do público para com esse segmento tem sido grande. Tudo porque os tecidos ecológicos possuem características exclusivas na hora de atrair os consumidores. “O toque desses tecidos é extremamente agradável. Algumas cores tornam-se diferenciadas devido à composição do fio e, também, algumas fibras naturais como, por exemplo, a do bambu, têm características específicas, como maior evaporação de suor”, afirmou Aline.

Outra questão é que ainda existem pessoas que têm preconceitos em relação aos produtos sustentáveis, geralmente fazendo ligação com a ideologia hippie ou até mesmo com os “bichos-grilo” e “eco-chatos”, como foram apelidados os simpatizantes da causa verde.

O designer gráfico Paulo Rogério Nunes se descobriu apaixonado pelas roupas feitas de tecidos 100% orgânicos quando ganhou uma camisa de presente de aniversário de uma amiga. “É uma peça muito bem cortada, super sofisticada. Vou trabalhar com ela, saio para jantar. Se engana quem acha que vai sair vestido de bambu como se fosse um nativo. Muito pelo contrário. Descobri que é possível estar bem vestido e ajudar o meu planeta ao mesmo tempo”.

Em relação às diferenças entre as roupas comuns e as peças ecológicas, pode-se dizer que elas são similares quanto ao aspecto visual. Bruno Abrantes, um dos proprietários da loja Eco 3R, especializada em moda ecológica, ressaltou particularidades essenciais, que deveriam ser levadas em conta pelo consumidor na hora de optar ou não pelo produto ecológico. “As roupas que encontramos nas vitrines por aí não costumam ser benéficas ao meio ambiente em sua produção e descarte. Já as ecologicamente corretas poupam vidas, geram renda, são bonitas e colaboram muito para a preservação do meio ambiente”, explicou o lojista.

A moda ecológica, além de englobar a ideia da sustentabilidade e preservação do planeta, também está ligada ao social. Toda a produção de uma peça de roupa feita com garrafa PET, por exemplo, gera empregos para cooperativas de catadores, dando sustento para cerca de 250 mil trabalhadores dessa área, além de fábricas de tecidos e confecções. E, para a maioria das empresas desse ramo, um dos aspectos mais importantes de todo esse processo é o combate à exploração do trabalhador.

Acessórios

Outra manifestação da eco-moda são as biojóias. De acordo com o artesão Daniel Lopes, as peças são feitas principalmente de sementes de árvores, como a jarina, o babaçu e o tucumã. Além disso, a casca de ovo de avestruz e a madeira com certificação fazem parte das matérias-primas utilizadas.

Segundo Lopes, as pessoas gostam das biojóias ou jóias naturais, como ele prefere chamar. “As pessoas compram minhas peças também pelo design ou originalidade, mas acredito que, em geral, valorizam a matéria-prima e sua origem, aumentando o número daqueles que se preocupam com consumo consciente e o meio ambiente”.

Independentemente do produto, Aline Schiengold acredita que a ecomoda seja uma saída eficiente para driblar os problemas ambientais que o planeta vivencia atualmente. “Fazer uma moda de sucesso com tecidos ecologicamente corretos é a prova de que há alternativas viáveis para colaborar com o planeta. O importante é buscar essas opções em todas as áreas do nosso cotidiano”, disse a estilista.

Preços

Aqueles que desejam exercitar o consumo consciente, no entanto, precisam saber que a sustentabilidade pode custar caro, literalmente: calcula-se que as roupas politicamente corretas custem 30% a mais que as tradicionais. Uma blusa de tecidoorgânico, por exemplo, chega a valer o triplo de uma blusa de algodão, poliéster ou nylon. O alto preço se justifica por uma série de razões. Na confecção, não são utilizados tecidos importados, que, muitas vezes, são produzidos por mão de obra escrava ou explorada, como afirma o artesão Daniel Lopes. Pela falta de demanda do mercado, trata-se, também, de produções em menor escala, o que aumenta o custo das peças.

Bruno Abrantes, da loja ECO 3R, diz que há consumidores que, por desconhecerem o processo de produção, reclamam dos preços. “Algumas pessoas costumam dizer que já que os materiais, teoricamente, vieram do lixo, deveriam ser de graça. Mas essa é uma ideia errada”.

Na tentativa de atingir todos os públicos, algumas empresas têm desenvolvido estratégias de redução de preço. É o caso da Hanesbrands, junto com a rede Wal-Mart e a Embrapa, que criaram calcinhas, cuecas, roupas para bebês e camisetas, todas sustentáveis, a preço popular.

Claudio Stein, diretor e sócio da loja Bhuda Khe Rhi, admite que, para encontrar itens de boa qualidade no setor sustentável, ainda é preciso desembolsar um dinheiro a mais. Porém, Stein afirma que já é possível encontrar peças feitas a partir de garrafas PET recicladas com valores acessíveis. “A tendência é que, com a expansão desse mercado, a diferença entre os preços dos produtos ecológicos e não-ecológicos diminua cada vez mais”.

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Confira a programação do Dia Internacional da Mulher em Olinda PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 06 de Março de 2012 13:59

No próximo dia 8 de março, data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Prefeitura Municipal de Olinda peparou programação especial. Às 19h, haverá a abertura de exposição da artista plástica Edíria Carneiro no salão nobre da prefeitura, com intervenção poética de “Vozes Femininas”. E às 20h apresentação pelas ruas do Sítio Histórico de Olinda do grupo percussivo olindense Conxitas, composto exclusivamente por mulheres. A concentração das Conxitas será em frente à prefeitura.  

EDÍRIA CARNEIRO - A artista plástica Edíria nasceu na Bahia e estudou na escola de Belas Artes de Salvador. Em 1945, mudou-se para o Rio de Janeiro e lá estou Artes Gráficas na Fundação Getúlio Vargas. Passou a ilustrar revistas e jornais como “A Classe Operária”, fundada em 1925, e o “Momento Feminino”. Participou ativamente da confecção de cartazes e folhetos políticos. Em 1960 e 1961, freqüentou o atelier livre de pintura da Prefeitura de Porto Alegre, onde estudou com o artista Iberê Camargo. Na década de 60, participou do Núcleo de Gravadores de São Paulo (Nugrasp), desde a sua fundação. De 1976 e 1980 foi obrigada a se exilar em Paris, em função das restrições violentas à democracia impostas pelo regime militar de 1964. Foi então que Edíria freqüentou o famoso “Atelier 17”, de S.W.Hayter. Nesse período, também participou de estágios nos ateliers de Henri Goetz e Joelle Serve.

Edíria possui hoje seus trabalhos do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), Museu de Arte Moderna de Skoplje (Yogoslávia), Museo Del Grabado (Argentina) e Cabinet DESTAMPES de La Bibliothèque Nacional (Paris). Recebeu diversos prêmios, entre eles a medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro (1948), medalha de ouro no Salão do Trabalho do SESC-SP (1968) e Menção Honrosa no III Salão Paulista de Arte Contemporânea de São Paulo (1971). Suas exposições correram os quatro cantos do Brasil, além de Estados Unidos da América, França, Cuba, Espanha, Taiwan.

Edíria faleceu em dezembro de 2011, em São Paulo. O legado cultural dessa talentosa artista pode ser visto na exposição “Um olhar militante”, no salão nobre da Prefeitura de Olinda. A abertura será no Dia da Mulher e ficará até o dia 22 de março, aberta ao público.

PROGRAMAÇÃO DIA INTERNACIONAL DA MULHER EM OLINDA

Data: 08/03

19h Abertura da exposição de Edíria Carneiro

19h30 Grupo poético “Vozes Feminina”

20h Conxitas, concentração em frente à prefeitura

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O Galo da Madrugada pelas lentes de Miguel Igreja PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Qua, 22 de Fevereiro de 2012 20:27

Por Taíza Brito

O fotográfo Miguel Igreja é um amante das tradições de Pernambuco, que revela com luminosidade e poesia em suas fotografias. O Carnaval para ele, além de ser um momento de descontração e de alegria, é uma ótima oportunidade para registros como estes do imponente Galo da Madrugada que saudou os foliões na Ponte Duarte Coelho, no Recife, durante a Folia de Momo. Ao precisamos de mais palavras, só compartilhar com os leitores do Blog Viva Pernambuco as belas imagens com as quais ele nos presenteia. Parabéns, Miguel Igreja!

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Carnaval & Literatura PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Qua, 15 de Fevereiro de 2012 13:21

É possível brincar o carnaval também através da literatura. Os livros são tão divertidos quanto cair na folia, e o melhor, você aprende e se emociona. Para quem quer curtir o carnaval de uma maneira diferente, selecionamos alguns livros que vai contagiar você.

auladecarnavalNos poemas e ilustrações do livro Aula de Carnaval e Outros Poemas (Editora Ática), de Ricardo Azevedo, a alegria do carnaval deixa de ser coisa de feriado: contagia o dia-a-dia, inspira sonhos batuqueiros, vira matéria na escola – com aula de viola, cavaquinho e pandeiro. Até o insistente barulho do despertador transforma-se em uma animada marchinha. Aula de carnaval está aí para convidar o leitor a entrar num cordão que festeja a vida, a cada dia.

Já no livro O carnaval dos animais (Editora Ediouro), os contos de Moacyr Scliar usam como ponto de partida sugestões provenientes do cotidiano e próximas das vivências do escritor e do leitor. O cenário da maioria das histórias é Porto Alegre, e as características conhecidas do espaço conferem natureza verista às narrativas.

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O País do Carnaval (Editora Cia das Letras), publicado em 1931 é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas 19 anos. O livro surpreendeu a crítica: um livro crítico e contestador sobre a ética – ou falta dela – dos intelectuais da época diante da situação social e política do Brasil às vésperas da revolução de 30, liderada por Getúlio Vargas. Expressa o clima intelectual da época, marcado pela ideia de crise e incerteza. Jorge Amado surpreendeu a crítica e o público com sua aguçada crítica política.

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Prepare-se para os dias de folia PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Qua, 15 de Fevereiro de 2012 12:59

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O carnaval é uma das épocas mais esperadas do ano. Muito sol, calor, agitação, festas e diversão. Só que para aproveitar de forma saudável tudo o que esse feriado prolongado pode oferecer, são necessários cuidados especiais com nossa alimentação e hidratação. Por isso é importante se preparar para esses dias.

Antes de ir para a folia prefira uma refeição leve à base de carboidratos como pães, batatas, massas e cereais, ela é indicada pois é uma enorme fonte de energia rapidamente assimilada pelo organismo. Barras de cereais e frutas secas também são ótimas fontes de energia, além da praticidade que elas oferecem. Frutas, legumes e verduras são muito bem vindos, pois contêm alto teor de água em suas composições. O consumo de alimentos gordurosos como manteiga, creme de leite, queijos amarelos, doces e carnes deve ser evitado, eles são de difícil digestão e causam uma sensação de cansaço e indisposição.

Durante as festas e por estarmos no verão é comum a temperatura do corpo subir e com isso perdemos muita água e sais minerais pelo suor. É interessante levar uma garrafa de água, isotônicos, suco ou água de coco, pois dessa forma é possível manter o corpo hidratado. Fique atento ao consumir bebidas armazenadas em isopores, o gelo pode não ser filtrado e provocar a transmissão de alguns vírus.

Escolha roupas soltas e leves para ter mais liberdade ao se movimentar, não fazendo com que o corpo esquente demais. Prefira calçados confortáveis e arejados, evitando o aparecimento de bolhas e feridas. Procure não ficar muito tempo exposto ao sol e não esqueça de se proteger com filtro solar (que deve ser reaplicado a cada duas horas), óculos escuros, boné e etc.

Agora é começar a preparação para os quatro dias de muita diversão e samba no pé, sem se esquecer de cuidar da saúde.

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CPRH abre concurso para confecção de troféu do Prêmio Vasconcelos Sobrinho PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 14 de Fevereiro de 2012 20:47

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) abriu concurso para selecionar o projeto de criação do troféu Vasconcelos Sobrinho, o qual será entregue em solenidade durante a Semana do Meio Ambiente, em junho próximo. Pode participar qualquer pessoa com habilidade artística, profissional ou amadora, desde que tenha mais de 18 anos e concorra com um projeto inédito e de autoria própria. O valor bruto do prêmio é R$ 15 mil e os concorrentes devem entregar a documentação e o protótipo do troféu no dia 19 de março, das 9h30 às 17h30, na Comissão Permanente de Licitação, na sede da Agência. O resultado será publicado no dia 21 de março no Diário Oficial.

A ficha de inscrição está disponível no portal da Agência (www.cprh.pe.gov.br) e não é preciso pagar nada para participar. As matérias-primas utilizadas poderão ser madeira, vidro, pedra, granito, ferro, aço, tecido, borracha natural, palha, cobre, mármore, entre outros materiais naturais.  A comissão julgadora será composta por cinco membros indicados pela CPRH; Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe); Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A representação do meio ambiente no projeto de criação será o critério avaliatório que valerá mais: cinco pontos. Os demais: criatividade, originalidade, robustez, durabilidade e portabilidade valerá, cada, um ponto. Importante frisar que cada candidato poderá participar com apenas um projeto e que estão impedidos de concorrer servidores e diretores que prestem serviço à CPRH; assim como seus cônjuges e parentes até terceiro grau; pessoa jurídica ou membros da comissão de seleção do concurso.

O Prêmio Vasconcelos Sobrinho completa em 2012, 22 anos de criação e é um reconhecimento do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da CPRH, às pessoas e instituições atuantes na defesa do meio ambiente. Atualmente, os candidatos concorrem em onze categorias: Responsabilidade Ambiental, Personalidade do Meio Ambiente, Projetos e Práticas Educacionais, Participação Comunitária, Destaque Florestal, Destaque Internacional, Destaque Nacional, Destaque Jurídico, Destaque Judiciário, Destaque Ministério Público Federal e Destaque Ministério Público Estadual.

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Sala de aula virtual PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 14 de Fevereiro de 2012 20:36

Por Alice Marcondes, da Envolverde

“Olá, bem-vindo ao Kuadro! Aqui você encontra a resposta para aquela pergunta que não conseguiu fazer durante a aula!”. É com esta saudação que o internauta que acessa o Kuadro.com.br é recebido. Fruto de uma inciativa do engenheiro e professor Bruno Werneck, o site oferece aulas de disciplinas do ensino médio e dicas de estudo, para alunos que tenham alguma dificuldade de aprendizagem ou que apenas queiram esclarecer dúvidas e reforçar o que aprenderam em sala de aula. Todo o conteúdo é gratuito e está disponível em formato de vídeo, com animações e explicações em linguagem simples, feitos pelo próprio criador do site e sua esposa, a bióloga e também professora Lucimara Anacleto Barbosa Gomes Werneck.

Bruno conta que a princípio imaginava fazer um site onde as pessoas pudessem montar listas de exercícios, porém, ao conhecer o portal norte-americano Khan Academy (www.khanacademy.org), que oferece aulas de matemática e ciências semelhantes às do Kuadro, considerou o formato mais adequado à cultura brasileira. “O vídeo é uma ferramenta que está mais próxima do perfil do estudante brasileiro. Não temos o hábito de fazer exercícios. Os alunos gostam mais de assistir a aula e ter uma resposta rápida. Como o Brasil não tem um histórico de leitura muito grande na sociedade, a nossa capacidade de concentração é um pouco menor. Fizemos algumas pesquisas, onde perguntamos para os alunos como eles mais gostavam de estudar. Alguns afirmaram ir ao plantão da escola, outros que contratavam um professor particular, mas esta é uma opção para quem tem dinheiro. Entre os alunos da escola pública, a maior parte disse ir à lan house, ou acessar a internet em casa para estudar pelo Youtube. Baseados nessas informações optamos pelos vídeos”, comenta o engenheiro.

Além de funcionar como uma espécie de professor particular gratuito, o Kuadro pode ser uma opção para quem não tem tempo livre para estudar. “Hoje com as facilidades tecnológicas, a pessoa pode assistir os vídeos enquanto está no ônibus, por exemplo”, ressalta Bruno. Outra vantagem é o fato de as aulas serem curtas. “As disciplinas são divididas por temas, seguindo o cronograma dos livros didáticos, e cada aula tem em média cinco minutos de teoria. Caso o aluno queira ver exemplos ou resoluções de exercícios, ele acessa o vídeo seguinte. O aluno também pode enviar suas dúvidas. Nós respondemos por e-mail ou, se considerarmos que é necessário, montamos um vídeo”, complementa. Cerca de cem novos vídeos são incluídos no portal mensalmente.

No ar desde novembro do ano passado, o site não conta com nenhum tipo de patrocínio. Foi inteiramente montado por Bruno que, junto com Lucimara, grava as aulas durante a noite e finais de semana, já que ambos têm o dia ocupado por seus empregos. Ele explica que está montando uma associação sem fins lucrativos, “assim poderemos captar recursos. Vamos montar um projeto para estimular a rede de ensino pública a utilizar o Kuadro. Queremos orientar os educadores para que aproveitem bem a ferramenta”, diz. Além disso, caso consiga o financiamento, Bruno pretende contratar professores para produzirem vídeos voltados para o ensino fundamental e superior. “Pretendemos também que, futuramente, as pessoas possam colaborar enviando seus vídeos”, finaliza.

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Bloco da Paz desfila pelo 10º ano em Olinda e reforça o valor da convivência pacífica PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 14 de Fevereiro de 2012 19:56
Desfile pelo Sítio Histórico começa às 15h, com concentração às 14h, na Praça do Carmo. Este ano, o Bloco celebra os 30 anos do título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, concedido a Olinda, pela Unesco.

A paz cai na folia, nesta quarta-feira (15). Crianças, jovens e adultos do Programa Escola Aberta levantam a bandeira contra a violência durante o tradicional desfile do Bloco da Paz. A concentração começa a partir das, 14h na Praça do Carmo, com saída prevista para às 15h. Este ano, o Bloco homenageia os 30 anos do título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, concedido a Olinda.A animação está garantida por orquestra e passistas de frevo, percussionistas, bonecos gigantes, papangus, dançarinos, caboclinhos, entre outros.
As quatro alas do Bloco estarão devidamente caracterizadas levando os foliões num passeio pela cultura, tradição e história das lutas libertárias da cidade. Sem esquecer a irreverência, o Bloco pretende ainda reforçar a Cultura da Paz, vivenciada pelos estudantes nas oficinas do projeto, realizadas nas escolas públicas durante os finais de semana.
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Como fazer uma horta vertical com calha de PVC PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Ter, 14 de Fevereiro de 2012 14:46

Para fazer essa horta, dê preferência à materiais reciclados, restos de uma reforma, ou peça para alguém que terminou uma obra recentemente.

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Esta horta vertical é ideal para pequenos espaços.

A horta vertical é uma técnica a ser adotada onde há pouco espaço disponível para manutenção de hortas convencionais; permite o cultivo de hortaliças orgânicas em calhas de PVC. para aproveitamento do espaço vertical.

O cultivo de hortaliças em espaço reduzido tem se tornado prática comum em ambientes urbanos.
Aproveitam-se varandas de apartamentos e pequenos quintais para o cultivo orgânico de hortaliças (livres de agrotóxicos e adubos químicos) para o consumo familiar.
Há, também, aqueles que, possuindo um pouco mais de espaço, transformam a atividade em um pequeno negócio.

As técnicas comumente utilizadas possibilitam um cultivo orgânico de hortaliças, dispensando a necessidade de canteiros de terra, embora não dispensando o uso da terra.
É diferente da hidroponia, cujo sistema de plantio depende de adubação química que é incompatível com um sistema orgânico de cultivo.

Para a confecção de canteiros utilizando materiais recicláveis, a escolha vai depender da vontade de cada pessoa, de conformidade com o ambiente em que ela pretende instalar a horta.

Lista do material necessário:

  • 1 calha de PV
  • 6 tampas ou acabamentos de PVC
  • 2 cabos aço de 1/8 pol. cortados na medida desejada
  • 6 rebites (veja na foto)
  • 2 ganchos para prender

Ferramentas:

  • Furadeira
  • Serra circular
  • Trena
  • Caneta para fazer a marcação
  • Nível
  • Protetor para os olhos
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Que tal trocar o elevador pelas escadas? PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Ter, 14 de Fevereiro de 2012 13:28

AF-escadasPublicado no Blog Meio Ambiente & Sustentabilidade

A proposta está sendo feita em Nova Iorque e vem dando bons resultados: trocar o uso diário do elevador pelas escadas.

Antes da campanha, lançada 2008, 9,2% dos moradores de três prédios, por exemplo, faziam a troca. Agora, o índice é de 34,7%.

O projeto da prefeitura tem duplo objetivo.

De um lado, estimular a prática de exercícios físicos, com um argumento ao gosto dos dias atuais: “queima de calorias”.

A prefeitura ressalta a pesquisa de que homens habituados a subir 20 andares por semana têm 20% de risco de morte menor do que os sedentários.

Por outro, economizar energia elétrica. É o apelo para cuidar bem do planeta.

Além da sensibilização, o governo disponibiliza o material da campanha gratuitamente.

Conseguir os cartazes é fácil. Basta acessar o site da cidade e baixá-los. Ou solicitando o envio do material por telefone.

E você trocaria o elevador pelas escadas?

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Cinco dicas para se alimentar de forma saudável e sustentável PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Qui, 09 de Fevereiro de 2012 19:50

Da EcoD

Você sabe o que fazer para reduzir os impactos ambientais causados pela sua alimentação? Para os membros da Bon Appétit, é possível diminuir os danos globais com pequenas atitudes individuais. Pensando nisso, eles listaram cinco dicas essenciais para quem quer se alimentar com saúde, qualidade e respeito ao planeta.

1º – Não desperdice

Quando você joga comida fora, está transformando em lixo não apenas aquelas sobras, mas também toda a energia gasta para cultivar, transportar e preparar a refeição. Quando chega aos aterros sanitários, essa comida libera gás metano, um dos gases causadores do efeito estufa. Por isso, compre e cozinhe apenas a comida que você vai comer. Se sobrar, guarde para a próxima refeição.

2º – Faça do “local e sazonal” seu mantra alimentar

Alimentos que são cultivados sazonalmente e dentro do perímetro da sua região geralmente emitem menos carbono na atmosfera. Por isto, essas devem ser as suas primeiras opções. Mas tome cuidado para não comprar alimentos cultivados em estufas aquecidas com energias não renováveis, mesmo que elas estejam próximas a você.

3º – Afaste-se de carnes vermelhas e queijos

A pecuária é responsável por 18% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. Se você não puder viver sem carne e queijo, considere ao menos reduzir a quantidade desses itens, e selecione-os criteriosamente, comendo com menos frequência e apenas aquilo que você realmente ama.

4º – Evite frutas e peixes de outros países

Quando você compra mariscos e frutas “frescas” vindas de outros países, saiba que para que elas estejam no supermercado pouco tempo após sua colheita foi preciso transportá-las de avião, o que torna as emissões dez vezes maiores do que se esses alimentos viessem de navio. Por isso, prefira sempre alimentos locais e os frutos do mar que foram “processados e congelados no mar”.

5º – Se for processado e embalado, esqueça

Salgadinhos, sucos, e até mesmo hambúrgueres vegetarianos (preparado, embalado, congelado e transportado) consomem muita energia e geram lixo, e nós comemos essas coisas sem pensar. Por isso, quando você precisar de um lanche ou refeição prática e rápida, escolha uma fruta fresca local, pequenas quantidades de nozes, e outras opções caseiras deliciosas.

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Hoje é dia de feira

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Projeto Outdoor Cultural leva imagens de Pernambuco às ruas do Rio de Janeiro PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 07 de Fevereiro de 2012 22:11

RIOPor Taíza Brito

Foto do Galo da Madrugada, do pernambucano Miguel Igreja, está exposta em frente ao estádio do Maracanã

Brasil Publicidade OOH em parceria com as Empresas de Outdoors do Rio, criou o projeto Outdoor Cultural. A proposta do projeto é utilizar os espaços ociosos em favor da cultura, possibilitando ao público carioca o acesso a um acervo variado de obras de arte e de graça !

A foto do Galo da Madrugada, instalado na radial oeste em frente ao estádio do Maracanã, é do fotógrafo Pernambucano Miguel Igreja, que fará uma exposição completa de sua obra no aeroporto dos Guararapes em Recife neste Carnaval de 2012. A idéia é buscar artistas plásticos, pintores, fotógrafos e fazer esta ação o ano inteiro.

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Cobertura jornalística nas redes sociais é tema de curso na Aeso PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 07 de Fevereiro de 2012 20:49

Revolta na Líbia, invasão no Morro do Alemão - Rio de Janeiro, enchentes, jogos do campeonato Pernambucano, protesto de estudantes, eleições. Notícias em tempo real que podem ser vistas em qualquer lugar do mundo, por meio das redes sociais. O imediatismo, a preocupação de como administrar com profissionalismo o fluxo destas notícias e a garantia de um trabalho com qualidade são desafios daqueles que lidam com a interatividade, com o mundo virtual. As Faculdades Integradas Barros Melo (Aeso) promovem, em parceria com o curso de Jornalismo, a oficina Arte em tempo real – cobertura jornalística nas redes sociais: a necessidade do imediatismo aliado à qualidade das informações. Os encontros acontecem entre os dias 27 de fevereiro a 02 de março, das 13h às 18h. O investimento é de R$ 50,00 (alunos da Aeso) e R$ 70,00 (público externo). Inscrições e mais informações pelo site www.barrosmelo.edu.br.

Alunos dos cursos de jornalismo, fotografia, produção fonográfica, artes, e demais interessados podem participam do evento. A proposta do encontro é oferecer aos estudantes conceitos básicos de jornalismo e crítica cultural; Apresentar aplicativos para computador, Ipad, Android, IPhone, entre outras mídias que possibilitam uma cobertura jornalística; Expor técnicas e dicas de cobertura jornalística via twitter – como informar em 140 caracteres.

Como ministrante está Tathianna Nunes, mestre em Comunicação Social pela Universidade Federal de Pernambuco, especialista em Jornalismo Cultural, assessoria de imprensa, produção e criação de eventos musicais. Idealizadora do programa de rádio, revista, site e festival de música “No Ar Coquetel Molotov”, é sócia e uma das diretoras da produtora pernambucana Coquetel Molotov. Na área acadêmica, ministrou aulas de Cultura Brasileira e Jornalismo Cultural na UFPE e Indústria Fonográfica, Elaboração de Projetos Culturais, Crítica Cultural e Empreendedorismo Cultural na Barros Melo.

“Todos esses novos recursos tecnológicos podem ser usados de maneira séria, responsável além  de possibilitar a  criação de novas formas de informar arte em tempo real”, comenta Nunes.  


Informações

Oficina: Arte em tempo real – cobertura jornalística nas redes sociais: a necessidade do imediatismo aliado à qualidade das informações.

Onde: Laboratório de Informática (sala 314)

Quando: 27/02 a 02/03, das 13h às 18h.

Investimento: R$ 50 (alunos da Aeso); R$ 70 (público externo)

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Cortiça, moda e ecologia PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 07 de Fevereiro de 2012 14:01

saca_rolhaDo Mercado Ético

Foi-se o tempo em que cortiça servia apenas para fazer rolha para garrafas de vinho ou mural de parede para pendurar fotos e recados. Com características como elasticidade, compressibilidade e flexibilidade, parecia óbvio que mais cedo ou mais tarde iria se descobrir diferentes usos para esse material. E não deu outra, mais recentemente a indústria da moda e design encontrou requinte e sofisticão na casca da árvore sobreiro, o que lhe empresta ainda um status de ser ecologicamente correta.

Portugal é o país que mais se destaca nesse novo segmento. Não é para menos. O país é o maior produtor de cortiça do mundo, dominando 50% de todo o mercado. O sucesso é tanto, que o conceituado Troféu de Melhor Empresária da Europa 2011, concedido pelo Parlamento Europeu em conjunto com o Conselho Europeu das Mulheres Empresárias, foi para Sandra Correia, presidente da Pelcor, uma empresa de cortiça da região do Algarve. “Este prêmio abre novas portas para a cortiça e é um caso de motivação e orgulho para Portugal”, comemorou ela ao receber a premiação.

A Pelcor começou suas atividades em 1935, fabrincando rolhas para vedação de garrafas de vinho. Mas depois que assumiu a empresa fundada por seu pai, Sandra decidiu expandir os negócios também para o ramo da moda e do design. Hoje, produtos luxuosos feitos a partir da casca do sobreiro fazem parte do catálogo de produtos oferecidos pela companhia. São guarda-chuvas, bolsas, gravatas, chapéus, carteiras etc. O luxo é tanto, que algumas dessas peças passaram a ser vendidas no Museu de Arte Moderna (MOMA) de Nova Iorque, um dos mais conceituados do mundo.

A exemplo da Pelcor, outras companhias da área também passam a investir em outras utilidades para a cortiça. Não é para menos. De acordo com António Rios de Amorim, presidente da Associação Portuguesa de Cortiça (APCOR), entidade que representa e promove o setor, as áreas de materiais de construção, juntamente com decoração e design tem um potencial de crescimento que pode representar um mercado de mais de 50 milhões de euros.

O sobreiro, árvore da qual é extraída a cortiça, tornou-se oficialmente um símbolo para os portugueses. Em dezembro, o parlamento aprovou um Projeto de Resolução que institui a espécie como Árvore Nacional de Portugal.

O título é merecido. Segundo o Inventário Florestal Nacional, o sobreiro ocupa uma área de aproximadamente 716 mil hectares e as atividades ligadas a ele representam 3% do PIB do país.

Mais do que isso, como revela um estudo da WWF, organização não governamental de consevação ambiental, as florestas de sobreiro contribuem para a manutenção da biodiversidade, impedindo a desertificação – principalmente ao sul de Portugal -, e servindo também de habitat para espécies ameaçadas de extinção, como o lince ibérico e a águia-imperial ibérica.

A resolução que institui o sobreiro como Árvore Nacional de Portugal assinala que “o montado (área florestada) e a cortiça demonstram como um sistema agro-silvo-pastoril tradicional pode ser sustentável, preservar os solos e, desse modo, contribuir para evitar a desertificação e consequente despovoamento/desordenamento do território”.

Apesar de ser proibida a derrubada do sobreiro desde 2001, a árvore continuou a ser abatida ao longo dos anos. Com o novo estatuto, espera-seque o quadro seja revertido.

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Funarte abre edital para seleção de projetos em homenagem a Luiz Gonzaga PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Seg, 06 de Fevereiro de 2012 21:46

O edital que regulamenta o Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga foi publicado no últmo dia 2 de fevereiro, no Diário Oficial da União (seção 3, páginas 13 e 14). O concurso será desenvolvido pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), vinculada ao Ministério da Cultura, e as inscrições estarão abertas até 19 de março. Aos selecionados serão concedidos 20 prêmios com valores brutos variados, sendo 12 prêmios de R$ 35 mil; cinco prêmios de R$ 50 mil; e três prêmios de R$ 100 mil, totalizando R$ 970 mil.

Podem participar do processo seletivo pessoas físicas (produtores, músicos ou representantes de grupos musicais) e pessoas jurídicas (empresas ou instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, de natureza artística e/ou cultural). O concurso será realizado em duas etapas, que abrangem a triagem dos projetos inscritos e, em seguida, a avaliação das propostas habilitadas durante a triagem. A comissão de seleção será composta por cinco profissionais de larga experiência na área da música. Todos os projetos que receberem premiação terão de ser realizados até o mês de dezembro deste ano.

Seleção das propostas - O objetivo do concurso é selecionar projetos de criação, produção e/ou difusão de obras, atividades ou produtos de cunho musical que homenageiem o músico e compositor Luiz Gonzaga (o “Rei do Baião”), no centenário de seu nascimento, que será comemorado durante todo o ano de 2012. Nesse contexto, os projetos a serem inscritos poderão ser composições, arranjos, espetáculos, exposições, obras audiovisuais, cancioneiros, livros, discos, sites, revistas, pesquisas, seminários, ciclos de debates, palestras e oficinas.

De acordo com o regulamento, não só as propostas dedicadas à obra do compositor Luiz Gonzaga poderão ser inscritas, mas também aquelas que se referirem ao seu universo cultural e artístico, englobando os gêneros musicais que consagraram o artista pernambucano, como o baião, o xote e o xaxado. Nesse universo também figuram a sanfona e os sanfoneiros; a cena cultural dos bailes, forrós e feiras do Nordeste, além de outros.

A ficha de inscrição, os documentos e outros materiais solicitados dentro do edital deverão ser enviados, até 19 de março, pelos Correios, em um único envelope, por meio de carta registrada e Aviso de Recebimento para o seguinte endereço:


Prêmio Centenário de Luiz Gonzaga -
Centro de Música/Funarte, Rua da Imprensa, nº 16, sala 1.308, CEP: 20030-120 – Rio de Janeiro/RJ

Luiz Gonzaga - Nascido na cidade de Exu, em Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912, Luiz Gonzaga, conhecido como o “Rei do Baião”, “Gonzagão” ou “Velho Lua”, foi um artista completo da Música Popular Brasileira. Cantor, compositor, sanfoneiro, criou dezenas de músicas de sucesso, que nunca foram esquecidas ao longo do tempo, como Asa Branca, Assum Preto, Baião, realizadas em parceria com Humberto Teixeira; A Dança da Moda, Cintura Fina, ambas criadas com Zé Dantas; Juazeiro e tantas outras produções que marcaram a sua carreira.

Além da sanfona, a zabumba, o triângulo e as vestes de cangaceiro também foram características do trabalho de Luiz Gonzaga, que por onde se apresentava, levava a alegria de suas músicas, que tanto ajudaram a difundir, pelo restante do país, os sons musicais do Nordeste e a realidade de toda a Região. O compositor faleceu no dia 2 de agosto de 1989.

Acesse a página da Funarte

Leia aqui o edital

 

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Cloro na água elimina larvas do mosquito da dengue PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Qui, 02 de Fevereiro de 2012 19:56

Por Júlio Bernardes *, para a Agência USP de Notícias

O cloro existente em produtos sanitários, na concentração de 0,1%, é capaz de impedir o crescimento e eliminar as larvas do mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, como mostra uma pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. O estudo revela também que a concentração de cloro testada mantém seu efeito protetor durante dez dias.

O experimento foi realizado a pedido da Associação Brasileira das Indústrias de Álcalis, Cloro e Derivados ( Abiclor). “O objetivo inicial era verficar se o cloro utilizado em tratamento de piscinas impedia o desenvolvimento da larva do mosquito da dengue”, diz o professor Octavio Nakano, da Esalq, que coordenou a pesquisa. “Os resultados mostraram que a dosagem também é eficaz para outros pontos com água, como vasos de plantas, por exemplo”.

No Laboratório do Departamento de Entomologia da Esalq, larvas do Aedes aegypti criadas em laboratório foram adicionadas a recipientes com água misturada com cloro em diversas concentrações, simulando as quantidades usadas em tratamento de piscinas. Em contato com a água, as larvas em incubação dão continuidade a seu ciclo de desenvolvimento, dando origem ao mosquito.

Os experimentos demonstaram que uma quantidade de cloro equivalente a 0,1% do volume total da água em que acontece a aplicação (1 mililitro para cada litro de água, por exemplo) é capaz de eliminar as larvas do mosquito da dengue. “O cloro tem ação mortal sobre elas, impedindo que cresçam”, ressalta Nakano.

Efeitos
A pesquisa também constatou que o efeito do cloro se prolonga por dez dias. “Durante esse período, o cloro vai evaporando até seu efeito residual desaparecer por completo”, conta o professor Nakano. “Depois de dez dias, é necessário fazer uma nova aplicação na água”.

De acordo com Nakano, a ação protetora pode ser prolongada por mais tempo, desde que seja utilizada uma quantidade maior de cloro. “Na medida em que a água apresente uma residuidade maior, é possível manter o efeito contra as larvas do mosquito da dengue”.

O professor explica que os resultados dos experimentos também são válidos para produtos que apresentem cloro em sua composição, como por exemplo, água sanitária. “A concentração testada não apresenta efeitos nocivos aos seres humanos, já que é semelhante a empregada no tratamento de piscinas”.

O cloro também pode ser usado para impedir a proliferação do Aedes aegypti em vasos, pois a dosagem díluida na água que as plantas são regadas não prejudica o seu desenvolvimento. Para evitar que as larvas cresçam, também é necessário verificar caixas d’água vazias, garrafas, pneus e todo local que possa haver acúmulo de água, mantendo-os secos.

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Um espetáculo para ver, ler, ouvir e sentir PDF Imprimir E-mail
Publicado por Ericka Melo   Qua, 01 de Fevereiro de 2012 20:04

 

Montagem teatral para o público infantil possibilita o contato com os meios culturais graças a recursos de acessibilidade

As cortinas ainda estavam fechadas, mas os dois espectadores com deficiência visual que aguardavam para assistir à peça infantil Um Amigo Diferente? já sabiam como era o cenário. Meia hora antes de soar os três sinais, que indicam o início do espetáculo, eles fizeram um tour tátil pelo palco para conhecer os objetos cênicos.

O espetáculo começa. Um telão à esquerda do palco exibe a transcrição simultânea das falas e sonoplastias para as pessoas com deficiência auditiva como Valéria Santos, 10 anos. Mas ela, particularmente, prefere olhar para a intérprete Beatriz Correia, que traduz tudo para a Língua Brasileira de Sinais (libras). É a primeira peça a que ela assiste. "Nas outras, eu teria de fazer a leitura labial, o que é mais difícil."

Para o público com deficiência visual, há fones de ouvido, por meio dos quais se escuta a audiodescritora Nara Monteiro dar detalhes sobre os personagens que entram em cena: "Ele tem topete, usa botas e veste jaqueta de couro", diz sobre o protagonista Lucas, um garoto de 10 anos, com dificuldades de socialização, que precisa sair em busca de amigos.

O espetáculo, com oferta adequada de acessibilidade e comunicação inclusiva, foi encenado nos fins de semana de junho a agosto pelo grupo teatral Os Inclusos e Os Sisos no Teatro Oi Futuro, no Rio de Janeiro. A peça está em conformidade com as orientações do decreto 6.949 de 2009, que assegura às crianças com deficiência o pleno exercício de todos os direitos humanos, em igualdade de oportunidades com as demais.

Igualdade que, com relação ao acesso à cultura, está longe da realidade. "A cultura é parte fundamental da formação de crianças e jovens. Por isso, as manifestações artísticas e educativas deveriam ser amplamente acessíveis", afirma Claudia Werneck, autora do livro que inspirou a peça e superintendente da Escola de Gente, organização que produziu a montagem com o apoio do Ministério da Cultura. Acompanhando a transcrição, fazendo leitura labial ou vendo a intérprete, a compreensão de Valéria e de todos está garantida.

ESPETÁCULO INCLUSIVO
• 1ª peça infantil no país totalmente adaptada para espectadores com deficiências
• 7 meses foi o tempo que os atores estudaram a inclusão
• Respostas sobre necessidades educacionais especiais e inclusão.

Fonte: Revista Nova Escola

Mais em novaescola.org.br/extras.

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Cuidados importantes para prevenir a dengue PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 24 de Janeiro de 2012 00:58

As epidemias de dengue ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Por isso muito cuidado nesta época do ano. O combate ao mosquito da dengue deve ser feito acabando com os criadouros de larvas. Para tanto, não se deve deixar expostos à chuva objetos que possam acumular água. Os recipientes de água devem ser cuidadosamente limpos e tampados. Não adianta apenas trocar a água, pois os ovos do mosquito ficam aderidos às paredes dos recipientes. Portanto, o que deve ser feito em casa, escolas, creches e no trabalho é:

•Substituir a água dos vasos das plantas por terra e esvaziar o prato coletor, lavando-o com auxílio de uma escova.

•Utilizar água tratada com água sanitária para regar as plantas duas vezes por semana.

•Não deixar acumular água nas calhas do telhado.

•Não deixar expostos à chuva pneus velhos ou objetos que possam acumular água (latas, garrafas, cacos de vidro).

•Acondicionar o lixo domiciliar em sacos plásticos fechados ou latões com tampa.

•Tampar cuidadosamente caixas d'água, filtros, barris e tambores.

Em locais de maior ocorrência dessa doença, deve-se usar, sempre que possível, calças, camisas de manga comprida e repelente contra insetos. Pessoas que estiveram em área de risco para dengue e que apresentarem febre durante ou após a viagem devem procurar um Serviço de Saúde.

DOENÇA - A dengue é uma doença infecciosa aguda, causada por um vírus de evolução benigna, na maioria dos casos. Ela é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti infectado, que se desenvolve em áreas tropicais do mundo, inclusive no Brasil, pois as condições do meio ambiente favorecem seu desenvolvimento e proliferação. Esse mosquito pica durante o dia, ao contrário do mosquito comum que pica durante a noite.

A transmissão da dengue se dá pela picada do mosquito Aedes aegypti que ficou infectado porque picou uma pessoa doente. Esse mosquito infectado, picando uma pessoa sadia, passa o vírus da dengue a essa pessoa que fica doente. A dengue só acomete a população humana. O mosquito transmissor prolifera-se em qualquer lugar onde houver água parada, tais como caixas d'água, latas, pneus, cacos de vidro, vasos de plantas, entre outros. A transmissão é mais comum em cidades e é rara em grandes altitudes. Não há transmissão pelo contato direto de uma pessoa doente para uma pessoa sadia. Também não há transmissão pela água da torneira, por alimentos ou por quaisquer objetos.

Existem dois tipos de dengue: a clássica e a hemorrágica. A dengue clássica é uma doença que, na grande maioria dos casos (mais de 95%), causa desconforto e transtornos, mas não coloca em risco a vida das pessoas. Ela se inicia com febre alta podendo apresentar dor de cabeça, prostração, dor muscular, enjoo e vômitos. Após a picada do mosquito, os sintomas se manifestam a partir do terceiro dia. A maioria das pessoas começa a melhorar e se recupera por completo após quatro ou cinco dias do início dos sintomas.

A dengue hemorrágica é uma forma grave da dengue clássica e é rara. Nela ocorre um agravamento do quadro clínico da dengue clássica com sangramento pelo nariz, boca ou gengiva e manchas vermelhas na pele. Essa situação pode evoluir para um colapso circulatório, choque e, finalmente, pode levar a pessoa à morte.

O diagnóstico da dengue é clínico (história dos sintomas e exame físico) e laboratorial. Uma pessoa pode ter dengue até quatro vezes, pois existem quatro tipos diferentes de vírus da dengue.

O tratamento da dengue é apenas de suporte, ou seja, alívio dos sintomas, reposição de líquidos e manutenção da atividade sanguínea. A pessoa deve se manter em repouso, beber muito líquido (inclusive soro caseiro) e só usar para aliviar as dores e a febre medicamentos prescritos por médicos. A recuperação da doença costuma ser total. É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo.

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Orquestra do Movimento Pró-Criança toca na abertura de salão do Espaço Cultural Maria Helena Marinho PDF Imprimir E-mail
Publicado por Taiza Brito   Ter, 24 de Janeiro de 2012 00:27

1282784716961_fInauguração contará com apresentação aberta ao público da Orquestra do Movimento Pró-Criança

O Espaço Cultural Maria Helena Marinho/Movimento Pró-Criança, no Recife Antigo, inaugura nesta terça (24), às 10h, a Sala de Música Sebastião Barreto Campello, com 70 lugares e equipamento completo de áudio e vídeo. A festa contará com a apresentação da Orquestra do Movimento Pró-Criança e será aberta ao público. No show a Orquestra fará uma retrospectiva de sua história. “Quando começamos a apostar na formação em música erudita tudo era mais difícil, os instrumentos são caros e no princípio eram apenas quatro violinos. A apresentação vai mostrar o percurso. As primeiras músicas executadas serão entoadas pelos violinos apenas. Depois entrou o violoncelo e então no show o maestro Crisóstomo Santos preparou algumas músicas com a formação violinos e violoncelo. Hoje temos uma orquestra completa e assim vai terminar também o show desta terça”, explica a gestora do Espaço Cultural, Rosa Campello.

A homenagem ao presidente do Movimento Pró-Criança, Sebastião Barreto Campello, que teve a sala de música batizada com o seu nome, é uma surpresa preparada pela equipe. A sala de música foi toda preparada com o apoio e patrocínio total do empresário Anchieta Macena, da BPM Serviços.

A Orquestra do Movimento Pró-Criança, aliás, começa a ganhar o mundo. Em 2011 eles receberam um convite para se apresentar na França este ano. “O pessoal de um festival em Toulouse entrou em contato, encantados com a mistura entre o erudito e o popular e a qualidade musical dos meninos. Hospedagem e alimentação estão garantidas lá. É um grande presente. Agora precisamos conseguir as passagens e já estamos na batalha em busca de apoio para realizar esse grande sonho”, diz Rosa Campello.

A Orquestra do Movimento Pró-Criança hoje está completa, depois dos novos instrumentos recebidos no último mês de abril de um grupo de estudantes holandeses alunos do saxofonista Fred Berkemeier, que também ficou sensibilizado com o trabalho em uma visita que fez ao Recife para apresentações por aqui. O grupo, que também acaba de gravar o primeiro CD e DVD (e espera patrocínio para a prensagem), foi criado a partir do esforço do maestro Crisóstomo Santos e do professor Márcio Pereira.

“Antes havia aulas de piano e violino, mas não tinha uma orquestra. As aulas de violino começaram a ficar complicadas e a direção estava pensando em parar. Então tivemos a ideia de formar a orquestra”, explica Márcio. Dos treze integrantes do começo, passou para 23, sendo 19 de cordas e quatro de percussão. “Eram quatro violinos, depois veio viola, violoncelo, novos violinos e agora tem até contrabaixo. A orquestra de cordas estava completa, mas faltavam ainda outros instrumentos de percussão para termos uma orquestra inteira. Com a iniciativa de Fred Berkemeier, só temos o que celebrar. A qualidade musical está cada vez mais impressionante”, comemora Crisóstomo.

Histórias emocionantes de jovens que vão mudando a vida se misturam com os passos da Orquestra Pró-Criança. A de Bernardo José, que mora com a mãe, o pai e sua irmã em Brasília Teimosa, é uma delas. Em janeiro de 2011 foi convidado pela Associação de Moreno e começou a dar aulas de violino para crianças da cidade todos os sábados pela manhã. Com o salário, está ajudando sua família, já comprou um computador e colocou internet em casa. Além das aulas em Moreno e das apresentações com o grupo do Pró-Criança, Bernardo formou um quarteto com três amigos e estão tocando em festas, casamentos e eventos. “Depois que a música entrou na minha vida, todo dia eu penso nela”, diz.

“Meu objetivo é dar aula, ser músico e continuar vivendo da música. Nunca mais eu deixo. A música representa para mim uma forma de esperança, um sonho possível”, emociona-se Fábio Eduardo, que completou 18 anos no dia 2 de fevereiro de 2011 e mora no Coque e no último mês de março, com as economias que tinha e a ajuda do tio, conseguiu comprar seu próprio contrabaixo. No mesmo mês foi aprovado no Conservatório Pernambucano para integrar a Orquestra Jovem. Fábio está dando aulas de musicalização infantil na escola municipal Novo Mangue. “Meu sonho é viajar o mundo fazendo música”, declara.

De alguma forma, o mundo ouviu os instrumentos desses meninos e se eles ainda não ganharam uma viagem para outro país para mostrar sua música, pelo menos o convite está feito. Agora é conseguir apoio para as passagens.

Tem ainda muitas outras histórias emocionantes para se contar dentro da orquestra. Como a de Estefanny Patrycia e de Moab da Silva Oris. Em comum ambos têm uma história de lutas por serem filhos de duas das tantas famílias pobres que vivem em Pernambuco. Ela mora no Alto da Bondade e ele na comunidade do Pilar. Mas tem mais, os dois, em momentos diferentes de suas vidas, se apaixonaram por um instrumento musical, o mesmo, o violino, e no ano passado comemoraram juntos uma grande conquista, Estefanny e Moab conseguiram comprar os próprios violinos no final de maio de 2010 e o sonho de se tornarem músicos ganhou mais força e tons novos, de início de realidade.

"Ter o seu instrumento para estudar quando se sente vontade faz a maior diferença no aprendizado”, diz o maestro Crisóstomo Santos, clarinetista da Banda Sinfônica do Recife e do grupo instrumental SaGRAMA e que coordena a Escola de Música de Afogados da Ingazeira e dirige a Orquestra Movimento Pró-Criança. “Quando comecei a tocar, meu pai era tecelão e não podia comprar um clarinete para mim. Foi o meu tio que me deu de presente um velhinho um dia e isso foi muito importante na minha formação”, completa.

Com um jeito tímido, mas acompanhado de um sorriso e de uma força que transborda pelos olhos quando começa a contar a sua história musical, Estefanny diz que viu a sua prima tocando violino uma vez e desde esse encontro nunca mais deixou de sonhar com o instrumento. Procurou o Movimento Pró-Criança já com o intuito de iniciar os estudos musicais, há pouco mais de quatro anos, e como na época a instituição só dispunha de quatro vagas para o curso de violino, que já estavam preenchidas, Estefanny teria que começar aprendendo piano. “Eu fiquei triste, chorei, mas comecei a estudar. Aí soube que tinha saído um dos alunos do violino e não deixei passar a oportunidade”, conta. A prima de Estefanny, Natalie, que morava no Alto do Céu, também começou a tocar em projetos sociais, hoje segue na carreira musical e está morando na Bahia.

Coincidências do destino, Natalie saiu do mesmo projeto social do atual professor de violino de Estefanny, Márcio Pereira. “Eu vejo os meninos da Orquestra do Pró-Criança com potencial e uma vontade imensa e isso é muito bom e estimulante para um professor. A música pode sim mudar a vida de alguém. Mudou a minha, a de Crisóstomo e vai mudando a dos meninos”. Ele conta que começou a estudar com 12 anos e durante seis anos usou um instrumento emprestado. “Estava com 21 anos quando comprei o meu primeiro violino. Os meninos ainda são jovens e já com uma força de vontade tão grande. É muito bonito de se ver”.

Moab da Silva Oris trabalha desde cedo na lanchonete do pai, Ely Oris dos Santos, em frente à Prefeitura do Recife. Ele ajuda o pai das 5h da manhã até 7h. Sai de lá, vai para o Pró-Criança para sua aula de música. Sai de lá, toma banho, almoça e vai para o colégio, onde cursa o primeiro ano do Ensino Médio. Às 18h volta para a lanchonete para ajudar o pai e às 20h volta para casa. “Agora, quando chego em casa, ainda consigo estudar uma hora toda noite, graças à conquista do meu próprio violino. Aos sábados e domingos, estudo umas cinco horas”, diz. “Antes de comprar o meu instrumento, às vezes eu deixava de lanchar no Pró-Criança para aproveitar aquela horinha e poder estudar”. Moab diz que está seguindo seu caminho e quer se tornar músico profissional. Estefanny diz que vai fazer faculdade de Música e Medicina.

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