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Coalizão Internacional de Lugares de Consciência lança exibição de fotos
Publicado por Taiza Brito    Seg, 26 de Dezembro de 2011 14:56

al250Por Camila Queiroz, da Adital 

Após um trabalho coletivo durante o ano de 2010, as associações integrantes da Coalizão Internacional de Lugares de Consciência, participantes da Rede Latino-americana, apresentam uma exibição de fotos abordando momentos relevantes para a história política da região em um passado recente.

Participaram organizações de Argentina, Brasil, Chile, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Peru e Uruguai. Elas escolheram as imagens mais representativas ou emblemáticas, em momentos como transição de ditadura para democracia, de conflitos armados internos para processos democráticos ou ainda de fatos tidos como “pontos de inflexão” para a história social e política.

São imagens marcantes, acompanhadas de texto explicativo. Estão ali o dia do assassinato de Monsenhor Romero, em 24 de março de 1980, em El Salvador; a assinatura do acordo de paz na Guatemala, em 1996; a resistência das mulheres de X´Oyep, em Chiapas, no México, contra a militarização do local; e flagrantes da luta contra as ditaduras militares que abateram a América Latina nas décadas passadas – no Brasil, há cenas do dia do golpe militar, em 1964, da luta pela anistia e até do Movimento Diretas Já, em 1984. Já na Argentina, um milhão de pessoas toma a Praça da República, em 1983, para acompanhar as eleições presidenciais.

Todo este esforço em selecionar as imagens mais representativas visa suscitar o debate sobre as formas como os momentos históricos são contados. Para que isso ao máximo de pessoas, a ideia foi criar uma exposição itinerante, que pudesse ser impressa facilmente e exibida nas entidades que fazem parte da rede.

As imagens estão disponíveis no link (clique aqui)

Sobre a Coalizão

Uma rede mundial de lugares de consciência, a Coalizão se constitui com o objetivo de “comemorar eventos passados de luta por justiça e ocupar-se de seu legado na atualidade”. Atua financiando programas de envolvimento social, organizando intercâmbios de aprendizagem, assim como na defesa dos lugares e do movimento dos Lugares de Consciência.

Já os lugares de consciência são museus que “interpretam a história por meio de lugares históricos”, participam em programas que fomentam o diálogo sobre temas sociais importantes, promovem os valores democráticos e humanitários e dão oportunidade para o envolvimento coletivo em temas levantados pelo lugar de consciência.

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Decreto estabelece cota mínima para exibição de filmes nacionais
Publicado por Taiza Brito    Seg, 26 de Dezembro de 2011 14:33

cinema_2Em 2012, os cinemas de todo o país terão que exibir entre três e 14 diferentes filmes nacionais de longa-metragem por um tempo mínimo que varia conforme o número de salas em funcionamento. A cota mínima de exibição consta do Decreto 7.647, assinado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado no último dia 22 de dezembro no Diário Oficial da União.

Regulamentada pela Agência Nacional de Cinema (Ancine), a chamada Cota de Tela é um instrumento legal adotado por vários países com o objetivo de promover a  competitividade e a sustentabilidade da indústria cinematográfica nacional. No Brasil, segundo a Ancine, a “reserva de dias” vem sendo empregada desde a década de 1930, sendo reeditada e aprimorada anualmente conforme o desenvolvimento e as necessidades da indústria cinematográfica. Desde a década de 1990 a Cota de Tela é fixada por meio de decreto presidencial.

Para 2012, o decreto estabelece a cota mínima de três diferentes filmes brasileiros a serem exibidos por pelo menos 28 dias em cinemas com apenas uma sala. Tanto a quantidade mínima de títulos, quanto a de dias de exibição varia conforme o número de salas do complexo de exibição. Em estabelecimentos com 20 salas, por exemplo, a soma da exibição de ao menos 14 diferentes filmes brasileiros terá que totalizar um mínimo de 644 dias.

O número de títulos obrigatórios e de dias para 2012 é o mesmo que vigorou este ano. O número de dias mínimos de exibição, aliás, não sofre alterações desde 2005.  No ano passado, a Ancine justificou a maior exigência quanto à diversidade de obras pelo crescimento do número de lançamentos anual, que aumentou de 30 títulos em 2001 para cerca de 80 novas obras no biênio 2009-2010.

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Confira os editais do Programa de Fomento à Produção Audiovisual Brasileira
Publicado por Taiza Brito    Seg, 26 de Dezembro de 2011 14:21

A Secretaria do Audiovisual (SAV/MinC), anunciou na última sexta-feira, 23 de dezembro, o lançamento do Programa de Fomento à Produção Audiovisual Brasileira/2011, visando à realização de cinco editais. As inscrições vão de 28 de dezembro a 10 de fevereiro de 2012 e abrangem todas as regiões do país.

Veja abaixo as informações sobre os editais:

Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas, Inéditas, de Ficção, de Baixo Orçamento – apoiará, com até R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais), a produção de 10 (dez) projetos. Confira aqui o edital.

Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Inéditas de Curta Metragem, do Gênero Ficção, Documentário e Animação – fomentará a produção de até 25 (vinte e cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 100.000,00 (cem mil reais). Confira aqui o edital.

Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Profissionais – tem o objetivo de selecionar até 13 (treze) projetos, que terão apoio individual no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). Confira aqui o edital.

Edital de Apoio ao Desenvolvimento de Roteiros Cinematográficos Inéditos, de Ficção para Roteiristas Estreantes – irá fomentar a produção de até 10 (dez) projetos, com o valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) para cada um. Confira aqui o edital.

Edital de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Cinematográficas do Gênero Documental inéditas – prevê a seleção de até 5 (cinco) projetos, destinando apoio individual no valor de até R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais). Confira aqui o edital.

Informações: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

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Norma que fixa prazo para atendimento de usuário de plano de saúde começa a valer
Publicado por Taiza Brito    Qui, 22 de Dezembro de 2011 02:52

Da Agência Brasil

Desde o últino dia 19 de dezembro, beneficiários de planos de saúde não poderão esperar mais do que sete dias por uma consulta com especialistas nas áreas de pediatria, cirurgia geral, ginecologia, obstetrícia e clínica médica.

Nas demais especialidades, o prazo será de até 14 dias. Para consultas e sessões com fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos, terapeutas educacionais e fisioterapeutas, a espera será de até dez dias.

A entrada em vigor da Resolução Normativa 259 estava prevista para setembro deste ano, mas foi adiada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) depois que as operadoras pediram um prazo maior para se adequar às regras.

A ANS estabeleceu ainda que cada operadora deve oferecer pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada. Nos casos de ausência de rede assistencial, a operadora terá que garantir o atendimento em um prestador não credenciado no mesmo município ou o transporte do beneficiário até um prestador mais próximo, assim como o retorno do do paciente para a cidade de origem.

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As doenças que mais venderão em 2012
Publicado por Taiza Brito    Qui, 22 de Dezembro de 2011 02:38

111216-PharmaBPor Martha Rosenberg*, AlterNet | Tradução: Daniela Frabasile, do Outras Palavras

Como a indústria farmacêutica conseguiu que um terço da população dos Estados Unidos tome antidepressivos, estatinas, e estimulantes? Vendendo doenças como depressão, colesterol alto e refluxo gastrointestinal. Marketing impulsionado pela oferta, também conhecido como “existe um medicamento – precisa-se de uma doença e de pacientes”. Não apenas povoa a sociedade de hipocondríacos viciados em remédios, mas desvia os laboratórios do que deveria ser seu pepel essencial: desenvolver remédios reais para problemas médicos reais.

Claro que nem todas as doenças são boas para tanto. Para que uma enfermidade torne-se campeã de vendas, ela deve: (1) existir de verdade, mas ser constatada num diagnóstico que tem margem de manobra, não dependendo de um exame preciso; (2) ser potencialmente séria, com “sintomas silenciosos” que “só pioram” se a doença não for tratada; (3) ser “pouco reconhecida”, “pouco relatada” e com “barreiras” ao tratamento; (4) explicar problemas de saúde que o paciente teve anteriormente; (5) precisar de uma nova droga cara que não possui equivalente genérico.

Aqui estão algumas potenciais doenças da moda, que a indústria farmacêutica gostaria que você desenvolvesse em 2012:

Déficit de atenção com hiperatividade em adultos

Problemas cotidianos rotulados como “depressão” impulsionaram os laboratórios nas últimas duas décadas. Você não estava triste, bravo, com medo, confuso, de luto ou até mesmo sentindo-se explorado. Você estava deprimido, e existe uma pílula para isso. Mas a depressão chegou a um ápice, como a dieta Atkins e Macarena. Com sorte, existe o transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (DDAH) em adultos. Ele dobrou em mulheres de 45 a 65 anos e triplicou em homens e mulheres com 20 a 44 anos, de acordo com o Wall Street Journal.

Assim como a depressão, a DDAH em adultos é uma categoria que pode englobar tudo. “É DDAH ou menopausa?” pergunta um artigo na Additude, uma revista voltada exclusivamente à doença DDAH. “DDA e Alzheimer: essas doenças estão relacionadas?” pergunta outro artigo da mesma revista.

“Estou deprimida, pode ser DDAH?” diz um anúncio na Psychiatric News, mostrando uma mulher bonita, mas triste. Na mesma publicação, outro anúncio diz “promessas quebradas – adultos com DDAH têm quase duas vezes mais chances de se divorciar”, enquanto estimula médicos a checar a presença de DDAH pacientes para DDAH em seus pacientes.

Adultos com DDAH são normalmente “menos responsáveis, confiáveis, engenhosos, focados, autoconfiantes, e eles encontram dificuldades para definir, estabelecer e propor objetivos pessoais significativos”, diz um artigo escrito pelo dr. Joseph Biederman, psiquiatra infantil de Harvard, que leva os créditos por colocar “disfunção bipolar pediátrica” no mapa. Eles “mostram tendências de ser mais fechados, intolerantes, críticos, inúteis, e oportunistas” e “tendem a não considerar direitos e sentimentos de outras pessoas”, diz o artigo, numa frase que poderia ser usada por muitas pessoas para definir seus cunhados.

Adultos com DDAH terão dificuldade em se manter em um emprego e pioram se não forem tratados, diz WebMD, apontando para o seguindo requisito para as doenças campeãs de venda – sintomas que se agravam sem medicação. “Adultos com DDAH podem ter dificuldade em seguir orientações, lembrar informações, concentrar-se, organizar tarefas ou completar o trabalho no prazo”, de acordo com o site, cujo parceiro original era Eli Lilly.

Como as empresas farmacêuticas conseguiram fazer com que cinco milhões de crianças, e agora talvez seus pais, tomem remédios para DDAH? Anúncios em telas de 9 metros por 7, quatro vezes por hora na Times Square não vão fazer mal. Perguntam: “Não consegue manter o foco? Não consegue ficar parado? Seu filho pode ter DDAH?” (Aposto que ninguém teve problemas em se focar neles!).

Porém, convencer adultos que eles não estão dormindo pouco, nem entediados, mas têm DDAH é apenas metade da batalha. As transnacionais farmacêuticas também têm que convencer crianças que cresceram com o diagnóstico de DDAH a não pararem de tomar a medicação, diz Mike Cola, da Shire (empresa que produz os medicamentos para DDAH: Intuniv, Addreall XR, Vyvanse e Daytrana). “Nós sabemos que perdemos um número significativo de pacientes com mais ou menos vinte anos, pois saem do sistema por não irem mais ao pediatra”.

Um anúncio da Shire na Northwestern University diz “eu lembro de ser uma criança com DDAH. Na verdade, eu ainda tenho”, a frase está escrita em uma foto de Adam Levine, vocalista do Maroon 5. “É sua DDAH. Curta”, era a mensagem subliminar. (O objetivo seria: “continue doente”?).

Claro, pilhar crianças (ou qualquer um, na verdade) não é muito difícil. Por que outra razão traficantes de metanfetamina dizem que “a primeira dose é grátis”? Mas a indústria está tão empenhada em manter o mercado pediátrico de DDAH que criou cursos para médicos. Alguns exemplos: “Identificando, diagnosticando e controlando DDAH em estudantes”. Ou “DDAH na faculdade: procurar e receber cuidado durante a transição da infância para a idade adulta”.

Para assegurar-se de que ninguém pense que a DDAH é uma doença inventada, WebMD mostra ressonâncias magnéticas coloridas de cérebros de pessoas normais e de pacientes com DDAH (ao lado de um anúncio de Vyvanse). Mas é duvidoso se as duas imagens são realmente diferentes, diz o psiquiatra Dr. Phillip Sinaikin, autor de Psychiatryland. E mesmo que forem, isso não prova nada.

“O ponto central do problema é que simplesmente não existe um entendimento definitivo de como a atividade neural está relacionada à consciência subjetiva, a antiga relação não muito clara entre corpo e mente”, Sinaikin contou ao AlterNet. “Não avançamos muito além da frenologia, e esse artigo do WebMD é simplesmente o pior tipo de manipulação da indústria farmacêutica a fim de vender seus produtos extremamente caros. Nesse caso, um esforço desesperado da Shire para manter uma parte do mercado quando o Addreall tiver versão genérica”.

Artrite Reumatóide

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença séria e perigosa. Mas os supressores do sistema imunológico que a indústria farmacêutica oferece como alternativa – Remicade, Enbrel, Humira e outros – também são. Enquanto a AR ataca os tecidos do corpo, levando à inflamação das articulações, tecidos adjacentes e órgãos, os supressores imunológicos podem abrir uma brecha para câncer, infecções letais e tuberculose.

Em 2008, a agência norte-americana para alimentação e medicamentos (FDA) anunciou que 45 pessoas que tomavam Humira, Enbrel, Humicade e Cimzia morreram por doenças causadas por fungos, e investigou a relação do Humira com linfoma, leucemia e melanoma em crianças. Esse ano, a FDA avisou que as drogas podedm causar “um raro tipo de câncer nas células sanguíneas brancas” em jovens, e o Journal of the American Medical Association (JAMA) advertiu o aparecimento de “infecções potencialmente fatais por legionela e listeria”.

Medicamentos que suprem o sistema imunológico também são perigosos para os bolsos. Uma injeção de Remicade pode custar US$ 2.500; o suprimento de um mês de Enbrel custa US$ 1.500; o custo anual do Humira é de US$ 20 mil.

Há alguns anos, a AR era diagnosticada com base na presença do “fator reumatóide” e inflamações. Mas, graças ao marketing guiado pela oferta da indústria farmacêutica, bastam hoje, para o diagnóstico, enrijecimento e dor. (Atletas e pessoas que nasceram entes de 1970, entrem na fila, por favor).

Além do espaço de manobra para o diagnóstico e um bom nome, a AR possui outros requisitos das doenças campeãs de vendas. “Só vai piorar” se não for tratada, diz WebMD, e é frequentemente “subdiagnosticada” e pouco relatada, diz Heather Mason, da Abbott, porque “as pessoas costumam não saber o que têm, por algum tempo”.

Uma doença tão perigosa que o tratamento custa US$20 mil por ano, mas que é tão súbita que você pode não saber que tem? AR desponta como uma doença da moda.

Fibromialgia

Outra doença pouco relatada é a fibromialgia, caracterizada dores generalizadas e inexplicadas no corpo. Fibromialgia é “quase a definição de uma necessidade médica não atendida”, diz Ian Read, da Pfizer, que fabrica a primeira droga aprovada para fibromialgia, o medicamento anticonvulsivo Lyrica. A Pfizer doou US$ 2,1 milhões a grupos sem fins lucrativos em 2008 para “educar” médicos sobre a fibromialgia e financiou anúncios de serviço da indústria farmacêutica que descreviam os sintomas e citavam a droga. Hoje, a Lyrica lucra US$ 3 bilhões por ano.

Mesmo assim, a Lyrica concorre com Cymbalta, o primeiro antidepressivo aprovado para fibromialgia. A Eli Lilly propôs o uso de Cymbalta para a “dor” física da depressão, em uma campanha chamada “depressão machuca” antes da aprovação do tratamento para fibromialgia. O tratamento de pacientes com fibromialgia com Lyrica ou Cymbalta custa cerca de US$10 mil, segundo diários médicos.

A indústria farmacêutica e Wall Street podem estar felizes com os medicamentos para fibromialgia, mas os pacientes não. No site de avaliação de medicamentos, askapatient.com, pacientes que usam Cymbalta relatam calafrios, problemas maxilares, “pings” elétricos em seus cérebros, e problemas nos olhos. Nesse ano, quatro pacientes relataram a vontade de se matar, um efeito colateral frequente do Cymbalta. Usuários de Lyrica relatam no askapatient perda de memória, confusão, ganho extremo de peso, queda de cabelo, capacidade de dirigir automóveis comprometida, desorientação, espasmos e outros ainda piores. Alguns pacientes tomam os dois medicamentos.

Disfunções do sono: Insônia no meio da noite

Disfunções do sono são uma mina de ouro para os laboratórios porque todo mundo dorme – ou assiste TV, quando não consegue. Para agitar o mercado de insônia, as corporações criaram subcategorias de insônia, como crônica, aguda, transitória, inicial, de início tardio, causada pela menopausa, e a grande categoria de sono não reparador. Nesse outono [primavera no hemisfério Sul], as apareceu uma nova versão do Ambien para insônia “no meio da noite”, chamado Intermezzo – ainda que Ambien seja, paradoxalmente, indutor de momentos conscientes durante o sono. As pessoas “acordam” em um blackout do Ambien e andam, falam, dirigem, fazem ligações e comem.

Muitos ficaram sabendo desse efeito do Ambien quando Patrick Kennedy, ex-parlamentar de Rhode Island, dirigiu até Capitol Hill para “votar” às 2h45min da manhã em 2006, sob efeito do remédio, e bateu seu Mustang. Mas foi comer sob o efeito do Ambien que trouxe a pior discussão sobre o medicamento. Pessoas em forma acordavam no meio de montanhas de embalagens de pizza, salgadinhos e sorvete – cujo conteúdo tinha sido comido pelos seus “gêmeos maus”, criados pelo remédio.

Sonolência excessiva e transtorno do sono por turno de trabalho

Não é preciso dizer: pessoas com insônia não estarão com os olhos brilhando e coradas no dia seguinte – tanto faz se elas não tiverem dormido, ou se tiverem, em seu corpo, resíduos de medicamentos para dormir. Na verdade, essas pessoas estão sofrendo da pouco reconhecida e pouco relatada epidemia da Sonolência Excessiva durante o Dia. As principais causas da SED são apnéia do sono e narcolepsia. Mas no ano passado, as corporações farmacêuticas sugeriram uma causa relacionada ao estilo de vida: “transtorno do sono por turno de trabalho”. Anúncios de Provigil, um estimulante que trata SED, junto com Nuvigil, mostram um juiz vestindo um roupão preto, no trabalho, com a frase “lutando para combater o nevoeiro?”.

Obviamente, agentes estimulantes contribuem com a insônia, que contribui com problemas de sonolência durante o dia, em um tipo de ciclo farmacêutico perpétuo. De fato, o hábito de tomar medicamentos para insônia e para ficar alerta é tão comum que ameaça a criação de um novo significado para “AA” – Adderal e Ambien.

Insônia que é depressão

Disfunções do sono também deram nova vida aos antidepressivos. Médicos agora prescrevem mais antidepressivos para insônia que medicamentos para insônia, de acordo com a CNN. É também comum que eles combinem os dois, já que “insônia e depressão frequentemente ocorrem conjuntamente, mas não fica claro qual é a causa e qual é o sintoma”.

WebMD concorda com o uso das duas drogas. “Pacientes deprimidos com insônia que são tratados com antidepressivos e remédios para dormir se saem melhor que aqueles tratados apenas com antidepressivos”, escreve.

De fato, muitas das novas doenças de massa, desde DDAH em adultos e AR até fibromialgia são tratadas com medicamentos novos junto com outros que já existiam e que não estão funcionando. É uma invenção das corporações polifarmácia. Isso lembra do dono de loja que diz “eu sei que 50% da minha propaganda é desperdiçada – só não sei qual 50%”.

*Martha Rosenberg escreve sobre o impacto das indústrias farmacêuticas, alimentícias e de armamentos na saúde pública.

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Facebook se une a Greenpeace em campanha em prol de renováveis
Publicado por Taiza Brito    Qui, 22 de Dezembro de 2011 02:27

imagem_4843e64964Por Jéssica Lipinski, do Instituto CarbonoBrasil

Foram 20 meses e mais de 700 mil internautas participantes, mas a campanha do Greenpeace para mobilizar a maior rede social do mundo para a utilização de energias renováveis atingiu seu objetivo. No último dia 15 de dezembro, o Facebook anunciou que criará metas para consumir energia de fontes renováveis.

A empresa afirmou que promoverá as energias renováveis e encorajará outras companhias e setores a utilizarem fontes verdes para suprir sua demanda energética. “O Facebook acredita que nossas matrizes energéticas um dia serão limpas e renováveis e trabalhará com o Greenpeace para que este dia chegue mais rápido”, comentou Marcy Scott Lynn, do programa de sustentabilidade do Facebook.

“O Greenpeace e o Facebook trabalharão juntos para incentivar o abandono do carvão e de outros combustíveis fósseis e, em seu lugar, o investimento em energias renováveis. Esta opção por energias limpas e seguras ajudará a combater o aquecimento global e assegurar uma economia mais forte e comunidades mais saudáveis”, concordou Tzeporah Berman, co-diretor do Programa de Clima e Energia do Greenpeace Internacional.

Além de alimentar seus centros de dados com energia limpa, a companhia também compartilhará seus conhecimentos em eficiência energética com outras firmas de tecnologia da informação (TI) através do Open Compute Project, rede industrial que desenvolve tecnologias mais eficientes.

“O compromisso do Facebook com as energias renováveis serve de exemplo a empresas como a Apple, a IBM, a Microsoft e o Twitter. Nossa campanha provou que as pessoas ao redor do mundo querem suas redes sociais alimentadas por energias renováveis e não por carvão”, observou Casey Harrell, analista sênior de tecnologia da informação do Greenpeace Internacional.

Atualmente, a rede social possui mais de 800 milhões de usuários no mundo, e mantém seus servidores ligados 24 horas por dia para armazenar todos os dados gerados por esses usuários, consumindo muita energia. O Facebook, junto com outras empresas de TI, é responsável por 2% da demanda de eletricidade dos Estados Unidos, e esse uso deve crescer 12% ou mais a cada ano. Com ajuda do Greenpeace, a companhia pretende estimular a eficiência energética do setor.

“O Greenpeace tem tido grande êxito em usar o Facebook como plataforma para divulgar sua mensagem e engajar as pessoas em suas causas. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto e explorar novas maneiras de levar aos usuários os problemas ambientais que são de interesse de todos”, concluiu Lynn.

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A arte de ouvir
Publicado por Taiza Brito    Qui, 22 de Dezembro de 2011 02:14

escutaPor Henning Mankell* | Tradução: Paulo Cezar de Mello

Cheguei à África com um objetivo: queria ver o mundo do lado de fora da perspectiva egocentrista europeia. Podia ter escolhido a Ásia ou a América do Sul. Acabei na África porque a passagem aérea para lá era mais barata.

Vim e fiquei. Durante quase 25 anos, vivi em Moçambique em períodos alternados. O tempo passou e eu não sou mais jovem. Na realidade, estou chegando à velhice. Mas a minha razão de levar essa existência escarranchada, com um pé na areia africana e outro na neve europeia— na melancólica região de Norrland, Suécia, onde cresci —, tem a ver com a vontade de ver com clareza, de compreender.

O modo mais simples de explicar o que aprendi com minha vida na África é recorrer à parábola sobre a razão de os seres humanos possuírem duas orelhas mas só uma língua. Por que isso? Provavelmente porque precisamos ouvir duas vezes mais do que falar.

Na África, ouvir é um princípio orientador. Princípio que tem se perdido na tagarelice ininterrupta do mundo ocidental, onde ninguém parece ter tempo nem mesmo desejo de ouvir quem quer que seja. Pela minha própria experiência, percebi como a necessidade que tenho de responder a uma pergunta durante uma entrevista para a TV ficou mais urgente do que era dez, quem sabe cinco anos atrás. É como se tivéssemos perdido completamente a capacidade de ouvir. Falamos, falamos e acabamos amedrontados pelo silêncio, o refúgio daqueles que ficam sem saber o que responder.

Sou velho o bastante para lembrar a época em que a literatura sul-americana emergiu na consciência popular e mudou para sempre nossa visão da condição humana e do significado de ser humano. Agora, penso que chegou a vez da África.

Por toda parte, gente do continente africano escreve e conta estórias. Com certeza, a literatura africana logo estará pronta a irromper na cena mundial — assim como aconteceu com a literatura sul-americana anos atrás, quando Gabriel García Márquez e outros conduziram uma revolta tumultuosa e altamente emocional contra verdades arraigadas. Brevemente um jorro literário africano oferecerá uma nova perspectiva sobre a condição humana. O escritor moçambicano Mia Couto, por exemplo, criou um realismo mágico africano que mistura linguagem escrita com as grandes tradições orais da África.

Se formos capazes de ouvir, vamos descobrir que muitas narrativas africanas apresentam estruturas completamente diferentes do que estamos acostumados. Eu simplifico demais, claro. No entanto, todo mundo sabe que há verdade no que estou dizendo: a literatura ocidental é normalmente linear; vai do começo ao fim sem grandes digressões no espaço ou no tempo.

Não é o que acontece na África. Aqui, em vez de narrativa linear, existem narrativas desimpedidas e exuberantes que saltam para trás e para frente no tempo e fundem passado e presente. Alguém que morreu há muito tempo pode intervir sem cerimônia numa conversa entre duas pessoas perfeitamente vivas. Isto só para dar um exemplo.

Os nômades que ainda habitam o deserto de Kalahari são conhecidos por contar estórias entre si durante suas caminhadas de um dia inteiro para procurar raízes comestíveis e animais de caça. Com frequência há mais de uma estória se desenrolando ao mesmo tempo. Às vezes, três ou quatro estórias seguem paralelas. Mas, antes de voltar para o local onde passarão a noite, eles procuram entrelaçar as estórias ou separá-las de vez, dando a cada uma sua própria conclusão.

Uns tantos anos atrás, sentei-me em um banco de pedra do lado de fora do Teatro Avenida em Maputo, Moçambique, onde eu trabalho como consultor artístico. Era um dia quente, e estávamos fazendo um intervalo nos ensaios a fim de dar uma escapada lá para fora, esperando que soprasse uma brisa fresca. Fazia tempo que o sistema de ar condicionado do teatro deixara de funcionar. Devia fazer mais de 38 graus lá dentro enquanto trabalhávamos.

Dois velhos africanos estavam sentados no banco, mas havia lugar também para mim. Na África, compartilha-se mais do que apenas água, um hábito fraternal. Mesmo quando se trata de sombra, as pessoas são generosas.

Ouvi os dois falarem de um terceiro homem velho que havia morrido recentemente. Um deles disse: “Eu estava de visita em sua casa. Ele começou a me contar uma estória assombrosa sobre algo que aconteceu quando ele era jovem. Mas a estória era longa. Veio a noite e concordamos que eu devia voltar no dia seguinte para ouvir o resto. Só que, quando eu voltei, ele tinha morrido.”

O homem caiu em silêncio. Resolvi que não deixaria aquele banco enquanto não escutasse a resposta que o outro daria ao que tinha ouvido. Tive um sentimento instintivo de que isso seria importante.

Finalmente, ele também falou:

“Não é um jeito bom de morrer — antes de ter contado o final da sua estória.”

Enquanto eu ouvia aqueles dois velhos, ocorreu-me que um termo para nomear nossa espécie, mais verdadeiro do que Homo sapiens, poderia ser Homo narrans, a pessoa que narra, que conta estórias. O que nos diferencia dos animais é o fato de que podemos escutar os sonhos, medos, alegrias, tristezas, desejos e frustrações das outras pessoas — e elas, por sua vez, podem escutar os nossos.

Muita gente comete o erro de confundir informação com conhecimento. Não se trata da mesma coisa. Conhecimento implica interpretar a informação. Conhecimento implica ouvir.

Então, se eu estou certo em dizer que somos criaturas narradoras, e na medida em que nos permitimos ficar quietos por um momento às vezes, a eterna narrativa irá prosseguir.

Muitas palavras serão escritas no vento e na areia, ou acabarão em algum obscuro jazigo digital. Mas o contador de estórias seguirá em frente até que o último ser humano pare de ouvir. Então, podemos enviar a grande crônica da humanidade para o universo infinito.

Quem sabe? Talvez haja alguém lá fora, desejando ouvir…

* Henning Mankell é autor de muitos livros, entre os quais os romances policiais protagonizados pelo personagem Kurt Wallander. O artigo foi publicado em 10 de dezembro de 2011 pelo New York Times

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Histórias de Natal
Publicado por Taiza Brito    Qua, 21 de Dezembro de 2011 22:23

natalPor Cesar Vanucci*

“A expansão prodigiosa do mundo atual dá ao mistério do Natal uma dimensão nova.”

(Jacques Joew)

Acho uma baita falta de consideração e muito pouco ético esse negócio das pessoas desencarnarem no Natal ou nas imediações do Natal. Falar verdade, a observação se aplica também a outros instantes de sublimação coletiva, como, por exemplo, vitória na Copa do Mundo. Horas assim não se aprestam a adeuses doloridos, nem separações bruscas. Natal é celebração de vida e não momento de partida. Suas evocações simbólicas falam alvissareiramente de chegada e de permanência. Dependesse de minha vontade, o governo editaria medida provisória proibindo, em caráter irrevogável, que as pessoas morressem nesse dia. As lideranças partidárias no Congresso seriam convocadas para aprovar a peremptória decisão com a mesma ligeireza com que, no apagar das luzes da temporada parlamentar, costumam votar indecorosas vantagens pecuniárias.

Esse meu inconformismo com o "encantamento" que acomete alguns no período de comemoração natalina está associado à lembrança  de um Natal da meninice. Um episódio que deixou marca nas ladeiras da memória. Preparávamo-nos, todos, na mais santa alegria, para os festejos. Os semblantes eram dominados pela idéia da trégua, do repouso, da confraternização em seu significado mais puro e autêntico. O aspecto mercantil do evento não havia atingido ainda patamar que permitisse essas ousadas e modernosas tentativas de se substituir, como símbolo natalino, a meiga figura nazarena da manjedoura pelo peru da sadia. De repente, o impacto  de uma ocorrência brutal. Vieram nos contar que um garotinho da vizinhança, companheiro de inocentes estripulias, havia perdido a vida numa enchente de córrego provocada por chuva forte.

Sentimos, todos, uma dificuldade grande para absorver aquele aparente triunfo da morte sobre a vida, justamente num momento de celebração da vida em plenitude. O incidente, naquela precisa hora, não passava de um tremendo contra-senso. Claro, que a rolagem dos anos trouxe a explicação. Mas o sinal daquela brusca ruptura com a vida ficou.

De outro Natal da infância já trago lembrança doce e terna. Meus pais, Antonio e Antonia, me levaram pelo braço pra ver as prateleiras apinhadas de brinquedos da Livraria São Bento, na rua do Comércio,  Uberaba. Pelo que entendi, o local era uma espécie de entreposto usado por Papai Noel para guardar os presentes que iria enfiar chaminé abaixo nas casas dos meninos de bom comportamento. Deixei minha cartinha, com pedido, nas mãos de da. Sinhá Brasil, gerente do estabelecimento.

Em casa, antes do sono chegar, as mãos postas e a alma feliz, renovei na oração que mamãe ensinou o pedido ao velhinho do trenó. Na manhã seguinte, ao lado da cama avistei o pequeno bilhar que desejava receber como presente. O mano Augusto Cesar jurava haver testemunhado a chegada de Papai Noel  no quarto, de madrugada, pé ante pé,  para fazer a entrega dos presentes encomendados. As reverberações mágicas daquele precioso instante estão presentes em todas as celebrações natalinas deste amigo de vocês. Que se vale do grato ensejo para desejar-lhes um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.

* Cesar Vanucci é jornalista ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ) e escreve semanalmente para o Blog Viva Pernambuco.

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CPRH promove cortejo ambiental na praia de Boa Viagem
Publicado por Taiza Brito    Qua, 21 de Dezembro de 2011 22:11

Marcando a abertura oficial da temporada do Verão, a Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) promove, nesta quinta-feira (22), um cortejo ambiental na praia de Boa Viagem. A ação, que integra o Projeto “Verão Ambiental: Essa é a nossa praia!”, idealizado e promovido pela Agência, tem por objetivo transmitir a banhistas, turistas e operadores de praia, de maneira lúdica e interativa, mensagens sobre a necessidade de preservação dos ecossistemas costeiros.

O evento, realizado em parceria com a Prefeitura do Recife, está marcado para as 9h, com concentração no Edifício Acaiaca, seguindo em direção ao Hotel Recife Palace. No cortejo Ambiental, que é um teatro de praia, os freqüentadores de Boa Viagem terão um encontro inusitado com uma tartaruga, um caranguejo e um banhista desinformado.

Acompanhados por uma banda de frevo, os personagens interagem com o público, mostrando que é possível contribuir para tornar a praia um ambiente mais limpo e agradável. Eles vão abordar temas como o descarte adequado do lixo, a proibição de animais e a prática de esportes nos locais e horários adequados. Toda a ação será acompanhada por várias diretorias e secretarias da Prefeitura, a exemplo de Meio Ambiente, Saúde, Educação, Serviços Públicos (por meio da Emlurb) e Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), no sentido de sensibilizar as pessoas para a questão. 

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Prefeitura de Olinda divulga programação de Natal. Confira!
Publicado por Taiza Brito    Qua, 21 de Dezembro de 2011 21:58

4185332287_70934d43c4A Prefeitura de Olinda, através da secretaria de Patrimônio e Cultura, e a Arquidiocese de Olinda e Recife estão convidando a população para as comemorações do Ciclo Natalino, com destaque para a Grande Missa Campal realizada pelo arcebispo Dom Fernando Saburido. As celebrações natalinas também incluem apresentações de corais e pastoris.

Confira a programação do Ciclo Natalino de Olinda 2011

Parque do Carmo

Dia 22 (quinta-feira)
18h – Pastoril Boas Novas
20h – Coral Encanto de Olinda (formado por crianças que integram os projetos socioassistenciais desenvolvidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda) com participação do Maestro Spock.

Dia 23 (sexta-feira)
20h – Grande Missa Campal realizada pelo arcebispo da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido e apresentação do Coral São Pedro Mártir.

Dia 24 (sábado)
Apresentação de pastoril no Mosteiro de Parque do Carmo:

16h Pastoril Clube Coração de Maria
17h Pastoril Tia Nininha
18h Pastoril Sempre Feliz
19h Pastoril Jardim da Alegria

Dia 25 (domingo)
Apresentação do espetáculo Auto do Menino Deus e de grupos de pastoril:

17h – Auto do Menino Deus
18h – Pastoril Luz do Amanhecer
19h - Pastoril Turma da Nicinha
20h - Ciranda Mimosa João Guabiraba

Mosteiro de São Bento

Dia 21 (quarta-feira)
19h – Apresentação inaugural do coral da Prefeitura de Olinda com regência do maestro Geraldo Menucci e participação especial da Camerata de Olinda. 

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Sisu vai oferecer 108 mil vagas em universidades públicas para 2012
Publicado por Taiza Brito    Qua, 21 de Dezembro de 2011 21:45

sisuPor Amanda Cieglinski, da Agência Brasil

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai oferecer 108.552 vagas em 95 instituições públicas de ensino superior para o primeiro semestre de 2011. A ferramenta foi criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2009 para unificar o processo de seleção de universidades públicas e permite ao estudante disputar vagas em diferentes instituições a partir da nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O sistema entra no ar segunda-feira (26) para que os estudantes possam consultar as vagas disponíveis que estão distribuídas em 3.327 cursos. As inscrições para o processo de seleção começarão no dia 7 de janeiro. Em comparação ao total de vagas disponibilizadas pelo Sisu no primeiro semestre de 2011, a oferta cresceu 30%.

Os estudantes interessados em concorrer às vagas deverão acessar o Sisu a partir da meia-noite do dia 6 de janeiro – 0h do dia 7 – até o dia 12 do mesmo mês. No sistema, o candidato deve escolher duas opções de curso, indicando a sua prioridade. Diariamente, o sistema divulga a nota de corte preliminar de cada curso com base na nota do Enem dos candidatos que pleiteiam as vagas. Durante esse período, o participante pode alterar essas opções se achar que tem mais chances de ser aprovado em outro curso ou instituição.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 15 de janeiro. Os estudantes aprovados deverão comparecer às instituições de ensino entre os dias 19 e 20 para fazer a matrícula. O participante que foi selecionado para a sua primeira opção de curso é retirado automaticamente do sistema e perde a vaga se não fizer a matrícula. Aqueles que forem selecionados para a segunda opção ou não atingirem a nota mínima em nenhum dos cursos escolhidos podem participar das chamadas subsequentes.

A segunda chamada está prevista para 26 de janeiro, com matrículas entre os dias 30 e 31. Caso ainda haja vagas disponíveis, o sistema gera uma lista de espera que será disponibilizadas para as instituições de ensino preencherem as vagas remanescentes. O candidato interessado em participar dessa lista deverá pedir a inclusão entre 26 de janeiro e 1° de fevereiro.

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Novo fundo criado pelas Nações Unidas beneficiará pessoas com deficiência
Publicado por Taiza Brito    Qua, 21 de Dezembro de 2011 21:41

Do PNUD Brasil

As Nações Unidas, por meio de parceria entre algumas de suas agências, criaram um novo fundo que irá promover os direitos das pessoas com deficiência. A iniciativa visa apoiar os países na melhoria das políticas, na compilação de dados e na prestação de serviços a esse público.

O UN Partnership to Promote the Rights of Persons with Disabilities Fund, lançado este mês, vai facilitar o diálogo entre os governos e as organizações que atendem pessoas com deficiência a fim de estimular uma ação nacional contra a discriminação e a marginalização.

“A constatação de que deficiência e desenvolvimento estão interligados persuadiu os Estados-Membros das Nações Unidas a adotar, em 2006, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências,” disse Rebeca Grynspan, Administradora-Adjunta do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que atuará como Secretária Técnica do Fundo.

“Esse acordo foi um marco fundamental para o movimento dos direitos das pessoas com deficiência e serviu como um instrumento poderoso, possibilitando o que Kofi Annan chamou de uma ‘nova era’, em que pessoas com necessidades especiais não terão mais que lidar com a discriminação e com atitudes que prevalecem há muito tempo. Esse fundo se apoia na promessa da comunidade internacional de acabar com a exclusão social dessas pessoas”, acrescentou Grysnpan.

Mais de um bilhão de pessoas, ou aproximadamente 15% da população mundial, vivem com algum tipo de deficiência, de acordo com o Relatório Mundial sobre Deficiência publicado no começo do ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Banco Mundial.

O governo australiano já contribuiu com aproximadamente US$ 2 milhões, sendo que mais contribuições são esperadas nos próximos meses. No lançamento do fundo em Nova York, representantes da Finlândia, da Suécia e do governo do estado de São Paulo também se comprometeram a contribuir com a iniciativa.

As agências da ONU parceiras no fundo são: a Organização Mundial do Trabalho (OIT), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUR), o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA), o PNUD, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a OMS.

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Voluntariado deve se tornar parte integral do novo consenso de desenvolvimento, recomenda SWVR
Publicado por Taiza Brito    Qui, 15 de Dezembro de 2011 21:13

 Do PNUD

O primeiro Relatório sobre o Estado do Voluntariado no Mundo (SWVR – State of the World’s Volunteerism Report, na sigla em inglês), lançado no último dia 5 de dezembro, cita uma necessidade de tornar as ações voluntárias parte integral do novo consenso de desenvolvimento.

O documento foi apresentado oficialmente durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, e em diversos países, coincidindo com o Dia Internacional dos Voluntários e o encerramento do 10º Aniversário do Ano Internacional dos Voluntários (AIV+10).

Seguindo as recomendações dos Estados Membros das Nações Unidas em sua análise de progresso de 2010 rumo aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) até 2015, o SWVR aponta que o voluntariado é um modo eficaz de implantar estratégias conduzidas pela comunidade. Embora seja claro que são necessários maiores esforços para alcançar os ODM, há um reconhecimento cada vez maior de que o atual paradigma de desenvolvimento, baseado no desenvolvimento econômico e no acesso aos serviços, encontra-se drasticamente limitado. A dimensão do bem-estar, com foco na satisfação das pessoas, precisa de mais atenção.

A preocupação está aumentando em relação à eficácia da cooperação para o desenvolvimento. Faz-se necessário uma mudança de foco dos processos e coordenação de projetos para os resultados dos estágios finais e impactos desses processos. O relatório ressalta que é necessário compreender o papel e as contribuições do voluntariado para incorporar esse recurso vital na agenda do desenvolvimento.

O bem-estar é essencial para o novo modelo de desenvolvimento

A visão de que o Produto Interno Bruto (PIB) é um reflexo fiel da sociedade está sendo cada vez mais questionada. O relatório diz que “economias robustas e vigorosas são desejáveis, mas somente quando elas proporcionam bem-estar no modo de vida das pessoas.” A solidariedade, a paixão por uma causa e o desejo de dar um retorno à sociedade são aspectos inerentes ao bem-estar e ao voluntariado.

“Está claro que a avaliação do progresso em termos de expansão do PIB não leva em consideração todos os parâmetros essenciais para o progresso”, diz Flavia Pansieri, coordenadora executiva do programa de Voluntários das Nações Unidas (VNU). “Um novo paradigma de desenvolvimento faz-se necessário, baseado em novos métodos de avaliação do progresso. O PIB permanece fundamental, logicamente, mas avaliações de compromisso individual e social também precisam ser consideradas junto com a sustentabilidade ambiental. Valores como participação, engajamento e inclusão são indispensáveis à promoção do bem-estar das pessoas e da sociedade.”

Geração de dados confiáveis e abordagem de ideias equivocadas

O SWVR demonstra que o voluntariado é universal e abrangente em termos numéricos, mas as ideias equivocadas e a falta de metodologias padronizadas de avaliação são um obstáculo para sua abrangência e alcance. “Para fazer jus ao seu potencial, as dimensões e os valores reais do voluntariado precisam ser reconhecidos como um elemento essencial para o progresso sustentável e nivelado das comunidades e nações”, avalia Flavia.

O relatório demonstra que o voluntariado está presente em cada aspecto da vida e da cultura. Muitos serviços do setor público em todo o mundo dependem de voluntários. O engajamento dos voluntários no setor privado tem crescido progressivamente desde a metade da década de 1990. Ademais, o voluntariado não é um privilégio restrito aos mais ricos e aos mais instruídos: o voluntariado é muito difundido em meio às pessoas de baixa renda. Homens e mulheres voluntárias contribuem em aproximadamente a mesma quantidade de horas. Enquanto a participação de jovens nas organizações está diminuindo, parece haver uma mudança no sentido de formas menos estruturadas de engajamento, como por meio da internet.

O relatório aponta que embora as ações voluntárias não objetivem retorno financeiro, o reembolso de despesas e alguns benefícios podem ser justificados. A quantidade progressiva de políticas e leis em âmbito nacional que incentivam o voluntariado e protegem os direitos dos voluntários ressalta que os governos têm um papel a exercer no campo do voluntariado. Entretanto, o Estado não deve encarar o voluntariado como um meio de justificar reduções na prestação de serviços.

O relatório conclui que a pesquisa sobre voluntariado está em fase inicial e confere aos governos a tarefa de incentivar estudos mais empíricos. Como primeiro passo, um único órgão governamental deve ser responsável pela avaliação do voluntariado no país em vez de depender de levantamentos feitos órgão a órgão. Essa medida deve ser acompanhada de um acordo internacional sobre padrões mínimos e metodologia para assegurar a comparação internacional de dados.

Novas formas de desenvolvimento

O SWVR ilustra como as três maiores tendências estão mudando a face do voluntariado no início da globalização e da era digital: a migração e as viagens estão transformando o modo como as pessoas se voluntariam; o setor privado está cada vez mais envolvido no voluntariado; e as tecnologias da informação e comunicação estão fornecendo novos meios de participação voluntária.

O voluntariado online tem aumentado apesar da diferença significativa entre os países desenvolvidos e aqueles em desenvolvimento em termos de acesso à internet, aponta o relatório. O voluntariado internacional está passando por grandes mudanças devido à introdução dos esquemas de voluntariado Sul-Sul ou Sul-Norte. A nova forma de turismo voluntário (“volun-tourism”, em inglês) está em expansão e o setor privado está cada vez mais envolvido com a evolução das práticas de responsabilidade social coorporativa.

O SWVR diz que “formas modernas de voluntariado têm o potencial de contribuir significativamente para o desenvolvimento humano”. Apesar dos obstáculos, essas novas oportunidades, que incluem a responsabilidade social corporativa, favorecem o acesso ao voluntariado para mais pessoas. “Essas notícias são excelentes para a essência de nossas sociedades”, conclui o SWVR.

O voluntariado é importante na superação de obstáculos

O voluntariado fornece uma direção importante para a saída da pobreza ao construir capital social, humano, natural, físico, financeiro e político. O voluntariado pode ser especialmente eficaz quando os recursos nas comunidades locais são utilizados em conjunto, entretanto, como aponta o relatório, para que as pessoas saiam da pobreza, faz-se necessário um sistema de apoio articulado com o mundo exterior e investimentos para promover um ambiente favorável.

O relatório constatou que as ações voluntárias são formas fundamentais de superar a exclusão social, visto que essas ações podem aumentar o sentimento de valor próprio, bem como ajudar no desenvolvimento de vocações e outras habilidades. Para as comunidades, as ações voluntárias podem levar a uma relação mais coesa por meio do estabelecimento da confiança. Isso também coloca em ação recursos humanos que se encontravam inativos, podendo, dessa forma, conduzir a um cenário de ganhos econômicos. O SWVR aponta que o voluntariado precisa ser conhecido plenamente para que seja colocado no seu lugar devido: o debate público sobre inclusão social. Os governos podem fazer melhor uso do voluntariado como uma ferramenta complementar para políticas sociais.

Recurso essencial frente às guerras e catástrofes

O relatório cita a necessidade de integração das ações voluntárias às políticas e programas voltados para a prevenção de conflitos e às ações posteriores a esses eventos. Vários exemplos demonstram como o voluntariado pode exercer um papel positivo em situações de conflito e pós-conflito. Essas ações podem ser altamente eficazes em afastar as pessoas da violência, bem como em estabelecer coesão e paz depois de um conflito aberto. “Reforçar os valores de solidariedade e o apoio mútuo é tão importante para uma sociedade pacífica quanto reconstruir a infraestrutura e estabilizar a economia”, diz a coordenadora do VNU, Flavia Pansieri.

Ao ajudar na prevenção, mitigação e reação às catástrofes, os voluntários contribuem imensamente para a construção de comunidades resilientes, constata o relatório. Programas para o enfrentamento de catástrofes estão em constante aperfeiçoamento para reforçar a prevenção, mitigação e preparo, nos quais as ações voluntárias exercem um papel fundamental.

Na fase de recuperação, aponta o relatório, os esforços de reconstrução costumam ser voltados para a infraestrutura física e ignoram a infraestrutura social. Pesquisas empíricas demonstram que comunidades com mais confiança, engajamento cívico e redes sociais mais sólidas, que são amplamente baseadas em trabalho voluntário, têm mais chances de se recuperar depois de uma catástrofe do que comunidades fragmentadas e isoladas.

Em suma, a coordenadora executiva do programa VNU destaca em sua mensagem no relatório: “O voluntariado é mais que uma ferramenta para o desenvolvimento. Seus valores centrais são indispensáveis para conduzir o mundo no sentido de um futuro mais sustentável. Em todo o planeta, as pessoas estão reconhecendo cada vez mais que nossos padrões insustentáveis de produção e consumo precisam ser modificados. Para que isso aconteça, a vontade política sozinha não é o suficiente. As pessoas precisam participar e se empenhar”.

Saiba mais

Leia a íntegra da mensagem da coordenadora executiva do programa de Voluntários das Nações Unidas, Flavia Pansieri.

Conheça alguns fatos relevantes relacionados ao voluntariado no mundo.

Acesse o resumo do relatório em português.

Acesse a íntegra do relatório em inglês e espanhol 

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Participe da Terceira Corrida Histórica das Ladeiras de Olinda
Publicado por Taiza Brito    Qui, 15 de Dezembro de 2011 20:48

Olinda mais uma vez abre espaço para a Corrida das Ladeiras, evento que se transformou em uma tradição na cidade. As ruas do Sítio Histórico recebem atletas, curiosos e amantes da prática esportiva neste domingo (18), às 7h, em frente a Prefeitura de Olinda. Serão 7,5 km de percurso, numa competição que deve garantir premiações que vão de R$100,00 a R$350,00,  para os que se classificarem da primeira à quinta colocação.   

As inscrições custam R$20,00 e devem ser feitas na sede da secretaria de Esportes, Lazer e Juventude de Olinda até o dia 17 de dezembro. As disputas serão realizadas nas categorias masculina e feminina e todos os participantes que cruzarem a linha de chegada irão receber uma medalha personalizada após o encerramento da corrida. A concentração será em frente ao Palácio dos Governadores, sede da administração municipal, com um café da manhã servido aos atletas e convidados.

O percurso da corrida: Rua 15 de Novembro, 17 de Novembro, Avenida da Liberdade, Rua São Francisco, Rua Bispo Coutinho, descida da Ladeira da Sé, Rua Prudente de Moraes, subida da Ladeira da Misericórdia, Rua Saldanha Marinho, Rua do Amparo, Largo do Amparo, subida do Largo de Guadalupe e descida pela Avenida da Saudade, Estrada do Bonsucesso, Rua São Miguel, Rua Bom Jesus, contorna a Praça de Amaro Branco, Rua Frei Afonso Maia, Avenida Luiz Gomes, Rua do Sol, passando pela Avenida Santos Dumont e retornando para a Rua 15 de Novembro.

Serviço:

Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude de Olinda.

Endereço: Rua Santa Cruz dos Milagres, 139, Varadouro.

Informações: (81) 3439.7241

Horário de atendimento: 9h às 12h e das 13h às 16h 

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Unicef promove campanha de Natal interativa
Publicado por Taiza Brito    Qui, 15 de Dezembro de 2011 20:26

  
O Unicef no Brasil lançou esta semana a campanha Natal dos Amigos. A ação, exclusivamente voltada para a Internet, disponibiliza cartões de Natal, que poderão ser personalizados pelos internautas com fotos e mensagens e compartilhado nas redes sociais e via e-mail. Quem participar da campanha, criada pela agência Pepper – especializada em marketing interativo - concorrerá a prêmios eletrônicos da Sony, selecionados especialmente pelo Submarino.

Além de ser uma maneira divertida de desejar boas festas, a ação é ainda uma forma de contribuir para a realização dos direitos de crianças e adolescentes no Brasil. Os participantes da campanha Natal dos Amigos poderão contribuir com as ações e projetos do Unidef no Brasil fazendo doações. Todo o recurso arrecadado ajudará nas atividades do Fundo em 2012.

Para participar, basta acessar o site www.nataldosamigos.com e escolher o modelo do cartão e o personagem de sua preferência: boneco de gengibre, boneco de neve, anjinho, duende, rena, Papai e Mamãe Noel. São sete modelos de cartões exclusivos, sendo cinco deles vinculados a uma doação de qualquer valor para o Unicef.

Segundo a diretora de atendimento da Pepper Interativa, Ana Seidl, a parceria com o UNICEF é uma maneira de contribuir para fazer valer os direitos de cada uma das crianças e adolescentes no país.

Para quem escolher doar, o site oferece uma página segura para se realizar a transação. Em seguida, pode-se escolher entre cinco lindos e divertidos cartões de cortesia. Para quem só puder ajudar espalhando as boas novas, basta preencher um dos dois modelos gratuitos e mandar para os amigos ou divulgá-los nas redes sociais, como o Twitter e o Facebook.

“Natal dos Amigos Unicef nasceu de nosso desejo de compartilhar alegria e promover o contato entre pessoas que acreditam num mundo melhor e mais igualitário. A Pepper, que também é uma defensora dos direitos das crianças e grande parceira, conseguiu transmitir esse espírito numa ação super bacana, a partir de uma ferramenta moderna, versátil e interativa”, resume a coordenadora da área de Parcerias do Unicef no Brasil, Regina Gerbi.

Os internautas podem mandar quantos cartões quiserem, para um número ilimitado de pessoas. Cada participação, gratuita ou com doação, dá direito a um cartão e à presença na árvore de Natal da Amizade na abertura do site. Além disso, as três pessoas que enviarem cartões para o maior número de amigos ganharão prêmios cedidos pelo Submarino, em parceria com a Sony: 1º Lugar uma TV 32”Full HD Bravia EX525 Internet Skype DTvi USN 4HDMI Sony, para o 2º. Lugar uma Câmera Digital DSC WX7 16.2 MP Sony 3D Full HD 8GD e, para o 3º Lugar, uma Câmera Digital DSC W510 12MP Panorâmica + Cartão 4GB Sony.

Para divulgar a iniciativa, a empresa Espaço/Z (comunicação social, marketing e entretenimento) está apoiando a campanha e ajudando a disseminá-la na web e em outros veículos de comunicação pelo Brasil.

Sobre o Unicef – O Unicef é movido pelo compromisso e pela determinação de ajudar a construir um mundo onde os direitos de cada criança são cumpridos, respeitados e protegidos. Ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 1965, o UNICEF está presente no Brasil e em outros 190 países, trabalhando em parceria com governos e a sociedade. Por meio da união de forças, o UNICEF acredita que será possível superar as disparidades que ainda impedem a sobrevivência e o desenvolvimento de milhões de meninas e meninos em todo o mundo.

Sobre a Pepper Interativa - A Pepper Interativa é uma agência online com sede em Brasília e filial em São Paulo. Com 3 anos de existência, já conquistou prêmios importantes no mercado internacional, sendo a agência responsável pela campanha online da Presidente Dilma Rousseff.

Sobre a Espaço/Z – A EspaçoZ é uma empresa do ramo de comunicação social, marketing e entretenimento que atua na promoção principalmente de lançamentos no mercado cinematográfico há mais de 30 anos. Unindo marcas a filmes de sucesso, a empresa oferece a clientes ferramentas para um estilo de trabalho full service que inclui: planejamento estratégico, criação, promoção, eventos e assessoria de imprensa.
 

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Movimento Pró-Criança: coral de esperanças une suas vozes no Teatro Santa Isabel
Publicado por Taiza Brito    Qui, 15 de Dezembro de 2011 19:55

Coral do Movimento Pró-Criança faz o lançamento oficial do seu primeiro CD e grava DVD na próxima terça (20), às 19h, com show no Teatro Santa Isabel

Na primeira vez que ouviram suas vozes gravadas em uma das faixas do primeiro CD do Coral Pró-Criança, os 29 meninos e meninas que fazem parte do grupo não esconderam a emoção e muitos deles exibiram ao mesmo tempo lágrimas e risos no rosto. Entre eles, Carlos Alessandrino, de Dois Unidos; Crislainny da Conceição, do Cabo; Elisa Gabriela, da Estância;  Raianderson Ferreira, de Caixa D´Água e Fernanda Alcides, de Joana Bezerra.

Agora o disco ganhou lançamento numa noite que para muitos será inesquecível, no Teatro Santa Isabel, na próxima terça (20), às 19h, quando também será realizada a gravação do DVD do grupo. A festa terá a participação de alguns convidados, que também estão junto com os jovens no CD. Entre eles a pianista Raquel Casado, o pianista Artur Tenório, Frei Damião, Maestro Spock, a cantora Lena Santos e alguns músicos da Orquestra Sinfônica do Recife. O grupo Corpos e Tambores, formado por alunos do Movimento Pró-Criança de Piedade, também fará uma participação especial.

Desde outubro de 2005 regendo e ensinando o grupo, o maestro Otávio Góes conta que o trabalho, que vem recebendo elogios pela qualidade musical, não se encerra nas vozes, mas é refletido na vida e nos passos das crianças. “Nesses mais de cinco anos de convivência, é muito bom ver o quanto, através da música, vamos conseguindo mudar o comportamento de crianças antes consideradas difíceis e nos relatos deles comemoramos as novas delicadezas descobertas também nas relações lá fora”, conta Otávio, que assina a direção musical, regência e preparação vocal.

O CD tem apoio financeiro do SESI e apresenta 16 músicas, transitando por um repertório que passa pelo popular, erudito, internacional e MPB. As gravações aconteceram no estúdio Carranca e os arranjos do disco são de Crisóstomo Santos.

A produção começou no último mês de junho. A coordenadora da unidade Pró-Criança dos Coelhos, onde está localizada a sede do coral, Roseângela Almeida, foi a responsável pelos contatos para liberação dos direitos autorais. Ela conta que foram muitas belas surpresas no caminho. “Quando tentamos a primeira vez a liberação da música “Como é grande o meu amor por você”, de Roberto Carlos, a gravadora que detém os direitos nos desanimou, dizendo que era muito difícil conseguir, que ele nunca tinha cedido os direitos da música gratuitamente a ninguém. Depois de um tempo me ligaram de volta, dizendo que numa decisão inédita o rei Roberto Carlos, pessoalmente, tinha concordado e que os direitos para gravação da sua música pelo Coral Pró-Criança estavam totalmente liberados”, emociona-se Roseângela.

“Dona Zezita, viúva de Capiba, nos recebeu na casa dela, em Surubim e delicadamente nos deu a liberação para gravarmos “Eh! Uá! Calunga”, a preferida do mestre Capiba pelo Dr. Sebastião (Sebastião Barreto Campello, presidente do Movimento Pró-Criança)”, diz Otávio Góes.

 “A minha ideia é criar um grupo oficial e fazer apresentações nos quatro cantos do mundo”, completa Otávio. Os alunos recebem aulas de dicção, articulação, técnica vocal, respiração, além do cruzamento de linguagens com outras expressões artísticas.

Otávio Góes já foi professor da Universidade Federal da Bahia, UFPE e Conservatório de Olinda, como cantor de óperas e corais já se apresentou na França, Portugal e várias cidades do Brasil. “A música me levou duas vezes para a Europa e através dela realizei muitos sonhos, é o exemplo que levo para os meninos. Com eles pode acontecer a mesma coisa. Hoje no trabalho que desenvolvo com eles, sou movido por muito amor e principalmente muita fé”.

REPERTÓRIO DO DISCO:

1-Como é Grande o Meu Amor por Você (Roberto Carlos)

2-La Mer (Charles Trenet)

3-O Amor (Pastor: Moises de Oliveira)

4-Eu Sei que Vou Te Amar (Tom Jobin e Vinicius de Moraes)

5-Não me Deixe Só (Lena Pereira dos Santos)

6-Carinhoso (Pixinguinha e Braguinha)

7-Êh! Uá! Calunga (Capiba)

8-Despertar da Poesia (Roberto Fantini)

9-Swing Low (Negro Spiritual)

10-Vem Jesus (Lena Pereira dos Santos)

11-Tudo é do Pai (Frederico Cruz)

12-Por Caminhos (Lena Pereira dos Santos)

13-Ciranda das Flores (Socorrinho Cardoso)

14-Te Adorarei (Lena Pereira dos Santos)

15-Olha pra Mim ( Maria do Rosário)

16-Oração de São Francisco (Pe. Irala)

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Sala Nordeste recebe exposições contempladas pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011
Publicado por Taiza Brito    Qua, 07 de Dezembro de 2011 10:26


Em 2011 duas exposições foram contempladas através do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, para ocupação da Sala Nordeste, espaço localizado na Rua do Bom Jesus, no Recife Antigo. O primeiro a ficar em exposição é o trabalho This_Placements, do artista César Meneghetti, de São Paulo, cuja abertura será no dia 15 de dezembro.

A exposição visa um diálogo entre diferentes culturas através da arte, partindo da interpretação do artista sobre diferentes realidades. A instalação será composta por uma série de projeções de imagens filmadas em diferentes partes do globo: Recife, Veneza, Niamey e Hanói se mesclam, transformando-se em lugares simbólicos. Imagens reais são reelaboradas digitalmente, se sobrepõe e se rarefazem até se tornarem puro fluxo. César Meneghetti é formado pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e se especializou em Mixed Media Arts na City of London Polytechnic. This_Placements ficará aberta para visitação até 15 de janeiro de 2012.

Já a exposição Territórios, do artista Thiago Martins, de São Luís do Maranhão, terá início no dia 19 de abril de 2012 e encerramento no dia 19 de maio. A obra provoca questionamentos acerca da pintura nos dias de hoje, sobretudo no Brasil, reunindo um grupo de artistas das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro Oeste do país. Nascidos a partir dos anos 80 e formados num contexto de pós-modernidade, Daniel Lannes (RJ), Fábio Baroli (MG), Fábio Magalhães (BA), Flávio Araújo (PA) e Thiago Martins (MA) propõem um projeto coletivo de pintura, investigando questões técnicas, conceituais e subjetivas por meio da reflexão e do fazer.

Edital - As exposições que irão ocupar a Sala Nordeste até abril de 2012 foram selecionadas através do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011 – Galeria Nordeste de Artes Visuais Recife, uma iniciativa da Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura. O prêmio, que teve por objetivo multiplicar a diversidade de linguagens e tendências em várias modalidades de manifestações artísticas, teve as inscrições encerradas no dia 22 de julho deste ano.

As inscrições foram abertas para participantes de todo o Brasil e cada contemplado receberá R$ 40 mil para sua execução da exposição. A comissão julgadora foi composta por especialistas na área de cultura, como Ana Elisabete de Gouveia, Luciana Padilha Cardoso de Macedo, Juliana Notari Nascimento, Bruno de Albuquerque Monteiro e Isabela Queiroga Lucchesi.

Sala Nordeste - A Sala Nordeste, inaugurada em setembro de 2010, fica localizada na Rua do Bom Jesus, 237, Bairro do Recife, e é fruto de uma parceria entre a Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura, a Prefeitura do Recife, através da Fundação de Cultura Cidade do Recife, e do Centro Cultural do Banco do Nordeste, no intuito de promover a difusão, fruição e circulação das Artes Visuais na cidade.

Direcionada para as Artes Visuais, incluindo Design, Fotografia, Moda e Arte Digital, a Sala Nordeste tem por objetivo difundir obras da produção recente, de caráter experimental e cujo histórico considere a interface das linguagens adequadas ao perfil do espaço. A Sala, integrada à Representação Regional Nordeste/MinC, conta com auditório de 60 lugares, salas de reunião e multiuso. O horário de funcionamento será de domingo à sexta-feira, das 9h às 19h. Mais informações pelo telefone (81) 3117-8442.

 

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Público LGBT tem Política Nacional de Saúde Integral
Publicado por Taiza Brito    Qua, 07 de Dezembro de 2011 10:16

 

A população LGBT deve ter atendimento livre de preconceitos e discriminação, acesso integral aos serviços da rede pública de saúde e hospitais conveniados e, ainda, necessidades específicas contempladas. Assim estabelece a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, com diretrizes que incluem a distribuição de competências entre governo federal, estaduais e municipais na promoção da atenção e o cuidado especial com adolescentes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, de forma a garantir saúde, acolhimento e apoio. A portaria que institui a política foi publicada no último dia 2, no Diário Oficial da União e assinada durante a 14ª Conferência Nacional de Saúde, junto com a resolução que criou o Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral LGBT.

As novas diretrizes vão contribuir para a redução das desigualdades e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) como universal, integral e equitativo. Para atingir esse objetivo, uma das medidas é o reforço da capacitação dos profissionais para o atendimento ao público LGBT, assim como o estímulo à participação no controle social, por meio dos conselhos de saúde nos estados e municípios.

O plano operativo estabelece as estratégias e ações para a implementação da política, cujos eixos são promoção e vigilância em saúde para a população LGBT, educação permanente e educação popular em saúde.

Entre os objetivos específicos estão a garantia de acesso ao processo transexualizador na rede do SUS; a promoção de iniciativas para reduzir riscos e promover o acompanhamento do uso prolongado de hormônios femininos e masculinos para travestis e transexuais.

O texto também prevê ações para redução de danos à saúde pelo uso excessivo de medicamentos, drogas e fármacos, especialmente para travestis e transexuais; definição de estratégias setoriais e intersetoriais que visem reduzir a morbidade e a mortalidade de travestis.

Atenção especial - Adolescentes e idosos da população LGBT terão atenção especial, mas a política estabelece que a rede de serviços do SUS deve ser qualificada para atendimento a todas as faixas etárias deste público, que tem necessidades e demandas próprias.

As novas medidas também objetivam a qualificação da informação sobre a saúde, incluindo monitoramento constante, com recorte étnico-racial e territorial, além de oferecer atenção integral na rede de serviços do SUS nas Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), especialmente com relação ao HIV e às hepatites virais; medidas de prevenção de câncer ginecológico entre lésbicas e mulheres bissexuais e diminuição dos casos de câncer de próstata entre gays, homens bissexuais, travestis e transexuais.

Estados, municípios e governo federal têm diretrizes para atendimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

A população LGBT deve ter atendimento livre de preconceitos e discriminação, acesso integral aos serviços da rede pública de saúde e hospitais conveniados e, ainda, necessidades específicas contempladas. Assim estabelece a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, com diretrizes que incluem a distribuição de competências entre governo federal, estaduais e municipais na promoção da atenção e o cuidado especial com adolescentes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, de forma a garantir saúde, acolhimento e apoio. A portaria que institui a política foi publicada na última sexta-feira (2), no Diário Oficial da União e assinada durante a 14ª Conferência Nacional de Saúde, junto com a resolução que criou o Plano Operativo da Política Nacional de Saúde Integral LGBT.

As novas diretrizes vão contribuir para a redução das desigualdades e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) como universal, integral e equitativo. Para atingir esse objetivo, uma das medidas é o reforço da capacitação dos profissionais para o atendimento ao público LGBT, assim como o estímulo à participação no controle social, por meio dos conselhos de saúde nos estados e municípios.

O plano operativo estabelece as estratégias e ações para a implementação da política, cujos eixos são promoção e vigilância em saúde para a população LGBT, educação permanente e educação popular em saúde.

Entre os objetivos específicos estão a garantia de acesso ao processo transexualizador na rede do SUS; a promoção de iniciativas para reduzir riscos e promover o acompanhamento do uso prolongado de hormônios femininos e masculinos para travestis e transexuais.

O texto também prevê ações para redução de danos à saúde pelo uso excessivo de medicamentos, drogas e fármacos, especialmente para travestis e transexuais; definição de estratégias setoriais e intersetoriais que visem reduzir a morbidade e a mortalidade de travestis.

Atenção especial - Adolescentes e idosos da população LGBT terão atenção especial, mas a política estabelece que a rede de serviços do SUS deve ser qualificada para atendimento a todas as faixas etárias deste público, que tem necessidades e demandas próprias.

As novas medidas também objetivam a qualificação da informação sobre a saúde, incluindo monitoramento constante, com recorte étnico-racial e territorial, além de oferecer atenção integral na rede de serviços do SUS nas Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), especialmente com relação ao HIV e às hepatites virais; medidas de prevenção de câncer ginecológico entre lésbicas e mulheres bissexuais e diminuição dos casos de câncer de próstata entre gays, homens bissexuais, travestis e transexuais.

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Governo federal lança campanha contra a aids com foco nos jovens homossexuais
Publicado por Taiza Brito    Qui, 01 de Dezembro de 2011 22:11

Agencia20Brasil011211WDO_0298No Dia Mundial de Luta Contra a Aids, o Ministério da Saúde lançou a campanha nacional de combate à doença com foco nos jovens gays. No último ano, os casos de aids entre gays e travestis de 15 a 24 anos cresceram 10,1%. Para cada 16 homossexuais nessa faixa etária com a doença, havia dez heterossexuais no ano passado. Em 1998, essa razão era de 12 para dez.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou do lançamento da campanha, na abertura da 14ª Conferência Nacional de Saúde. Com o slogan “A Aids Não Tem Preconceito. Previna-se”, o governo pretende usar as redes sociais e a internet para aproximar a campanha do público jovem, além dos tradicionais informes na televisão e rádio, segundo Karen Bruxck coordenadora de Vigilância, Informação e Pesquisa do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, vinculado ao ministério.

Em relação ao aumento de casos nesse público, o governo atribui a um descuido dos jovens com a prevenção, relacionado ao fato de não terem vivido o início da epidemia da aids no Brasil, quando a sobrevida das pessoas com HIV era menor e os danos causados pela doença eram mais aparentes. De acordo com Karen Bruck, a maioria não procura fazer a testagem “por achar que não corre risco” de contrair a aids.

Para o presidente da organização não governamental Grupo Pela Vidda de São Paulo, Mário Scheffer, o governo demorou para dedicar uma campanha com enfoque nos gays. “É um equívoco do ministério insistir na vulnerabilidade universal. A aids é concentrada em alguns grupos, que estão mais vulneráveis”, disse.

De acordo com ele, o governo precisa dar respostas mais consistentes para conter o aumento de casos entre os homossexuais. Uma das sugestões é promover a ida de agentes de saúde aos locais frequentados por esses grupos. “É chegar a essa população sem estigmatizar”, alertou.

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Lívia Falcão promove oficina “No fundo tudo é teatro”
Publicado por Taiza Brito    Qui, 01 de Dezembro de 2011 21:17

Divinas_6_Foto_de_Renata_PiresCom um vasto currículo no teatro, cinema e televisão, a atriz e diretora Lívia Falcão realiza neste final de semana, sábado (3) e domingo (4), das 14h30 às 18h30, no Sádhana Núcleo Cultural de Yoga, nas Graças, a oficina “No fundo tudo é teatro”. As vagas são para artistas ou não artistas, ou seja, para todas as pessoas interessadas em vivenciar de forma lúdica a linguagem do teatro e da brincadeira do improviso. A oficina traz como ponto de partida elementos dos treinamentos já experimentados por Lívia ao longo da sua carreira.

O trabalho será focado também em aprendizagens que envolvem os universos do clown e do brincante popular, mesclando vivências que despertam corpo e voz, através de improvisações, tanto individuais quanto coletivas e trabalhando não somente a partir da forma física que estes elementos propõem, mas, sobretudo, das diferentes qualidades corporais e estados emocionais que eles suscitam. Informações e inscrições pelo telefone 3077.3707.

Serviço:

No fundo é tudo Teatro - Oficina com Lívia Falcão

Quando: Sábado, 3, e domingo, 4 de dezembro

Horário: Das 14h30 as 18h30

Público: Pessoas interessadas na linguagem do teatro e na arte da brincadeira (artistas ou não)

Investimento: R$ 152,00

Onde:  Sádana Núcleo Cultural de Yoga, Rua das Graças, 178 – Graças

Inscrições: (81) 3077 3707       

Objetivos:

O objetivo estará centrado na atitude de fazer o corpo utilizar as diversas qualidades encontradas na brincadeira, tanto expandidas no espaço quanto bastante interiorizadas, em forma de impulsos, que vibram de maneira particular no corpo de cada um.

Vestir: Roupas leves e confortáveis para movimentar-se bem

Levar: Tapete de Yoga, uma pequena toalha para secar-se, bloco de anotações e caneta

Observação importante:

O lanche será oferecido pela produção da oficina (frutas, sucos...)

Realização: 

Teatro de Celebração, de Encantamento e Diversão www.duascompanhias.

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